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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Operação França

Os franceses estão em alta no Ministério da Defesa.



Andante Mosso

A Helibrás, que tem como presidente do conselho de administração o ex-governador Jorge Vianna, fechou contrato para fornecer 50 helicópteros, enquanto quatro submarinos Scorpène estão a caminho.

Isso não faz parte das programações do Ano da França no Brasil e, sim, do estreitamento de relações comerciais com os europeus, fugindo da tradicional hegemonia norte-americana no item de equipamentos bélicos.

A FAB está fechando negócio com a também francesa Rafale, para a compra de um avião militar de caça.

Comentários

Luiz Maia disse…
Será que o Rafale foi mesmo o escolhido pela FAB?

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