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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Força Aérea aguarda definição sobre caças para reorganizar Defesa

Tema é uma das pendências que Lula poderá deixar para a sucessora Dilma Rousseff

Agência Estado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente eleita, Dilma Rousseff, querem discutir a compra de novos caças para a aviação de combate e, assim, acabar com um impasse do governo federal que se alonga por 15 anos.

Um integrante da equipe de transição revelou ao jornal O Estado de S. Paulo que o tema está na agenda das prioridades estratégicas ainda pendentes – assuntos que não devem chegar ao dia 31 de dezembro sem definição.


O ministro da Defesa, Nelson Jobim, que em 20 de novembro previu a possibilidade de haver uma resolução até hoje, disse na segunda-feira (13) que a situação está seguindo a liturgia exigida.


- Reunidos, o presidente Lula e a presidente Dilma vão tomar uma decisão.


Outro adiamento da escolha do projeto F-X2 para depois da posse da presidente eleita só seria justificado por motivos políticos. Dilma não estaria convencida das vantagens oferecidas pela proposta considerada favorita, da companhia francesa Dassault, com seu supersônico Rafale. Pediu mais detalhes à Defesa e já recebeu as informações.

A questão técnica do F-X2 foi resolvida. A conclusão do time de peritos é de que os três finalistas podem cumprir a missão pretendida pela Aeronáutica.

O americano F-18 E/F é o mais provado em batalha. O sueco Gripen traz a possibilidade do desenvolvimento de uma aeronave de combate em grande parte brasileira. O francês Rafale oferece entrega irrestrita de tecnologia, cláusula fundamental das consultas feitas pela FAB.

A França mantém uma parceria estratégica e militar com o Brasil por meio de ampla cooperação no campo nuclear. O resultado desse acordo é o desenvolvimento de uma família de submarinos de propulsão atômica, armados com torpedos e mísseis. O primeiro vai para o mar em 2021.

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