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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Primeiro tiro de metralhadora 20mm a partir de uma aeronave AF-1

Poder Aéreo

De 16 a 26 de novembro, foi realizada, na Base Aérea de Santa Cruz (BASC), no Rio de Janeiro, a 1ª Campanha de Tiro de Metralhadora a partir de uma Aeronave AF-1. O intuito foi efetuar os ensaios de vibração na aeronave, em proveito do programa de modernização desenvolvido com a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) e verificar a qualidade dos procedimentos de harmonização realizados.

A campanha foi executada em duas fases, que consistiram na instrumentação do AF-1 no Hangar do 1º/16º GAv (Esquadrão Adelphi), a fim de registrar a sua vibração no momento dos disparos e na realização dos tiros a partir da aeronave, no solo, sobre alvo em caixa de areia.

O sucesso obtido nesta campanha, inédita na Marinha do Brasil (MB), foi fruto do trabalho de diversas Organizações da MB ao longo dos últimos três anos. São elas: Centro de Manutenção de Sistemas da Marinha (CMS), Centro de Apoio a Sistemas Operativos (CASOP), Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA) e o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1).

Ao todo foram efetuados 519 tiros em diversas rajadas, a partir de duas armas, e no dia 26 de novembro, foi realizado o primeiro tiro de canhão em voo por uma Aeronave AF-1/1A, na Área Oceano (Área Marítima da restinga da Marambaia), no qual foram despendidos 63 tiros.

Tal feito elevou o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque a um patamar operacional que permitirá o pleno emprego do meio para a obtenção das qualificações de seus pilotos e do pessoal de apoio, com ganhos significativos para o cumprimento das missões de apoio à Esquadra.

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