Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Agosto, 2011

Postagem em destaque

Como funcionam os mísseis de micro-ondas que os EUA podem usar em caso de ataque da Coreia do Norte

Nos arredores da cidade de Albuquerque, no Estado do Novo México, uma equipe de especialistas da Força Aérea americana desenvolve uma arma pouco tradicional, mas que poderia ter um objetivo estratégico: deter os mísseis nucleares da Coreia do Norte.
Lioman Lima | BBC Mundo

Não é um armamento qualquer. Trata-se de um tipo de arma eletromagnética que não é nociva para o ser humano e cuja base de funcionamento é a mesma tecnologia de um forno micro-ondas.


E, segundo diversos especialistas em assuntos militares consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, poderia ser uma alternativa para desativar as armas nucleares de Pyongyang de forma efetiva, sem gerar grandes prejuízos.

O "Projeto de mísseis avançados de micro-ondas de alta potência de interferência eletrônica" (Champ, na sigla em inglês) prepara, em essência, projéteis que emitem ondas de altíssima frequência, capazes de fritar sistemas eletrônicos.

"Tendo em conta o estado da tecnologia no mundo moderno, em q…

Sarkozy ameaça com ataque a instalações nucleares do Irã

Ministros do Brasil e Argentina discutem projetos para a defesa sul-americana

Escola de Guerra Naval realiza o IX Jogo de Guerra Multilateral

Estagiários da Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea do Exército visitam a Força de Submarinos

Terreno de Marinha

O front mais avançado das tropas legalistas

Exército elogia "comandante suprema"

Governo dá início a aquisição de sistema da Avibrás

Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas completa um ano de atuação

Aviões britânicos bombardeiam bunker na cidade natal de Gaddafi

Rebeldes usaram aeronave que cabe na mochila durante ação na Líbia, diz NYT

Motorola e Exército vão fazer testes da rede 4G

Combates cercam quartel de Kadafi

Avião-espião é usado em operação contra o crime na Amazônia

Marinha diz que síndrome respiratória causou a internação de 57 recrutas no Rio