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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Presidente da Ucrânia chama de covardes militares que aderiram aos separatistas

Olexander Turchynov dissolveu a única brigada aerotransportada do país


Diário da Rússia

O Presidente da Ucrânia, Olexander Turchynov, deterninou a dissolução da única brigada aerotransportada no país cuja base funciona em Dnepropetrovsk, no leste do país. O chefe de Estado, que também preside a Suprema Rada (parlamento ucraniano) tomou esta decisão depois dos militares do grupo terem se recusado a investir contra os moradores da região de Donetsk, onde os habitantes são partidários da tese de federalização da Ucrânia.

Além de se recusar a atacar os manifestantes contrários ao governo ucraniano, os militares depuseram as armas e passaram para o seu lado. Segundo o analista político da Rádio Voz da Rússia, Andrey Fedyashin, o Olexander Turchynov determinou a prisão de todos os militares por indisciplina e sublevação. O presidente disse ainda que, ao se negar a cumprir as ordens do governo ucraniano, os militares deram prova de covardia.

Por sua vez, Oleg Tyagnibok, líder do partido nacionalista Svoboda, defendeu o início imediato do treinamento de voluntários nos quartéis e sugeriu a aprovação de uma lei que permita aos civis portar armas de fogo para defender a Ucrânia.

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