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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Tropas de Mísseis Estratégicos serão protegidas por robôs

Em breve, as Tropas de Mísseis Estratégicos da Rússia (TME) podem receber o mais novo sistema de ataque e reconhecimento robótico móvel que servirá para proteção e defesa das instalações.


Oleg Nekhai | Voz da Rússia

Agora foi dado início aos testes do seu protótipo. O robô militar foi projetado especialmente para as unidades equipadas com complexos de mísseis Topol-M e Yars.

O complexo terá como tarefa a eliminação de sabotadores junto com a máquina anti-subversão Typhoon. Esse é um carro de combate não tripulado com lagartas, guiado por controle remoto a uma distância de até 5 km. O complexo está equipado com vários tipos de munições, entre quais - uma metralhadora Kalashnikov, uma metralhadora Kord e um lançador automático de granadas de 30 mm.

Existe a ameaça de ataques de sabotadores e terroristas nos objetos estratégicos. E como esses são objetos de grande importância, que formam a base das Forças Nucleares Estratégicas russas, os militares devem reagir a tais ameaças, explica o analista militar Viktor Murakhovsky:

"Todos os objetos das Tropas de Mísseis Estratégicos , da Marinha e da Força Aérea que dizem respeito a armas nucleares estratégicas e também a armas nucleares táticas, e não se trata apenas dos sistemas de armamento em si, mas também das armas ofensivas - todos esses objetos precisam de gama completa de ferramentas e sistemas de segurança, projetados para rechaçar qualquer tipo de ameaça".

As TME devem se proteger contra ameaças que representam um perigo real. A proteção contra os ataques aéreos é da responsabilidade das Tropas de Defesa Antimíssil e das Tropas de Defesa Espacial, já que as TME não possuem sua própria defesa antimíssil.

O mais novo sistema robótico tem a capacidade de apontar armas, monitorar e destruir alvos em modos de controle automático e semiautomático e é dotado de estações de reconhecimento eletroótico e radiogoniométrico.

O sistema de reconhecimento e o sistema de mira permitem realizar a busca e o monitoramento de alvos em quaisquer condições climáticas, tanto durante o dia como à noite, e relatar os resultados ao operador. Porém, a decisão de abrir fogo é somente do operador, por enquanto, essa é a posição firme tanto de clientes, como de desenvolvedores dos sistemas robóticos não-tripulados. Ampla experiência no uso de veículos não-tipulados pelos norte-americanos, prova que existe uma grande chance de receber danos colaterais, destacou Viktor Murakhovsky:

"Grosseiramente falando, é quando em vez de um carro com os membros do Taliban é destruido um carro com noivos no dia do casamento deles. Tais incidentes são bem frequentes. Se o direito de tomar a decisão de abrir fogo passar para os sistemas robóticos, isso poderá não apenas causar danos significativos, mas também surgirá a possibilidade de uma utilização de ferramentas de guerra radioeletrônica contra nossas próprias tropas".

Os testes do mais novo sistema robótico incluem a realização de treinamento de tiro de combate na cidade de Klimovsk, na região de Moscou. Além do sistema robótico móvel, na Rússia existem outros complexos similares que estão sendo testados por outros ramos das Forças Armadas.

Por sinal, o carro de combate não-tripulado e guiado por controle remoto já foi testado, ainda nos anos 80 do século passado. Nos anos 90, testes foram suspensos, mas agora foram retomados de novo. Foi estabelecido um centro para o desenvolvimento de veículos robóticos terrestres, foram definidos os clientes, as fábricas, além dos requisitos táticos de desempenho para tais sistemas. Em conformidade com o programa do estado em vigor para armamentos, sistemas similares entrarão no serviço operacional do Exército até 2020.



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