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Jornal alemão iguala Bundeswehr à 'armazém de peças de reposição'

Bundeswehr (Forças Armadas da Alemanha) está em profunda crise, enfrentando uma grave falta de investimento, noticia o Suddeutsche Zeitung.
Sputnik

Segundo o jornal, 20% dos candidatos a cargos oficiais abandonam o serviço nos primeiros seis meses e a seleção de 8.500 voluntários previstos no plano para o serviço militar vem enfrentando mais e mais dificuldades com o passar dos anos.

Na lista dos problemas, a maior preocupação corresponde ao financiamento do exército alemão. Segundo a publicação, o orçamento da defesa para 2018, no valor de 38,5 bilhões de euros (R$ 170,9 bilhões) parece suficiente apenas à primeira vista — o exército não tem dinheiro suficiente. Metade do orçamento é usada para suprir as necessidades dos oficiais, uns 18% são destinados aos custos operacionais e apenas 13% do orçamento é investido nas compras de defesa.

Em particular, a publicação observa uma redução acentuada no número de tanques de 4.500 no final da Guerra Fria para 225 unidades. O dinheiro investido é…

África do Sul pede a Israel para devolver desenhos de mísseis

Quando a África do Sul descobriu que Israel tinha obtido a tecnologia de mísseis antitanque, roubada em 2010, os sul-africanos pediram educadamente seus desenhos de volta, se diz num documento do serviço israelense Mossad.


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De acordo com o documento secreto, que vazou para Al-Jazeera, para não sofrer constrangimento no palco global ou ser rotulada com fofoqueira, a África do Sul sofreu em silêncio e encobriu o roubo.


África do Sul pede a Israel para devolver desenhos de mísseis
© flickr.com/ Daniel Foster
Em 2010, a África do Sul prendeu dois homens por roubo dos planos do míssil ar-terra Mokopa, junto com outra tecnologia de armas secretas, e tentativa de venda à polícia de inteligência, se fazendo passar por compradores russos.

Os promotores, no entanto, optaram por não divulgar plenamente o caso, no qual um empresário israelense estava envolvido.

Os jornalistas foram alimentados com falsos eventos e relataram que os israelenses tinham recebido os materiais, mas "não estavam interessados". Na realidade, o empresário israelense estava muito interessado e, provavelmente comprou os documentos antes de passá-los ao Mossad, informou Al-Jazeera, citando uma fonte israelense ultrassecreta.

Contatado pela África do Sul, Israel disse que não tinha vontade de vasculhar ações sujas de seus cidadãos e se recusou a investigar como o homem veio a possuir os planos roubados.

Então, no momento oportuno a África do Sul solicitou a devolução dos documentos, à qual Israel acedeu com uma condição: não guardar rancor.

A África do Sul, aparentemente concordou com esses termos, porque nenhum israelense esteve diretamente envolvido em questões jurídicas desde então.



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