Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

EUA e Turquia firmam acordo para treinar rebeldes sírios

Os rumores de que os Estados Unidos e a Turquia planejavam auxiliar opositores sírios, foram confirmados nesta quinta-feira. Os dois países formalizaram sua intenção ao assinarem um acordo para fornecer treinamento e equipamento aos rebeldes lutando contra o governo da Síria e o autoproclamado Estado Islâmico.


Sputnik

As forças armadas dos Estados Unidos declararam que vão enviar cerca de 400 soldados para treinar os chamados rebeldes "moderados" perto da fronteira com a Síria. A Arábia Saudita e o Catar também podem ceder territórios para o treinamento. De acordo com o plano, cerca de 5 mil rebeldes sírios devem ser treinados anualmente por um período de três anos.


Soldados rebeldes levam armas na vila de Ratian, a norte de Alepo, seguindo uma suposta ofensiva contra eles promovida por forças leais ao presidente President Bashar al-Assad, da Síria.
© REUTERS/ Hosam Katan
O "Wall Street Journal" relatou que, segundo o plano, os Estados Unidos consideram fornecer caminhões equipados com metralhadoras e também dar poder para que os sírios convoquem ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos.

Vários oficiais americanos já expressaram preocupação no que diz respeito ao fornecimento de armas aos rebeldes sírios — entre eles, o ex-embaixador americano Robert Ford. Ele cita o fato de que os Estados Unidos não têm como se certificarem que os rebeldes sírios são totalmente opostos a integrantes da Al Qaeda na região.



Postar um comentário