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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Ex-combatentes comemoram 70 anos da Batalha de Monte Castelo

Em fevereiro de 1945, as forças militares brasileiras venceram a batalha.
'Você é chamado e não pode fugir', diz o ex-combatente Pontarolli.


Do G1 PR, com informações da RPC Curitiba

Um momento solene reuniu nesta segunda-feira (23), em Curitiba, o Exército Brasileiro, a Polícia Militar (PM) e a Força Aérea Brasileira. Ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial participaram de uma homenagem em comemoração ao aniversário de 70 anos da tomada de Monte Castelo, na Itália. Foi no dia 21 de fevereiro de 1945 que as forças militares brasileiras venceram a defesa alemã.



O ex-combatente Reynaldo Pontarolli, hoje com 93 anos, conta o que passou nos campos de batalha. “Às vezes você não conhece a guerra, não sabe o que é, mas vai cumprir seu dever. Você é chamado e não pode fugir”, lembra.

Ao todo, 25 mil soldados fizeram parte da Força Expedicionária Brasileira. Eles ficaram oito meses na Itália como integrantes das forças aliadas, combatendo o exército alemão. “Nós temos certeza que a população brasileira reconhece esse valor. Do empenho dessas vidas que foram, inclusive, perdidas nos campos de batalha da Itália, mas que trouxeram para nós a vitória”, afirmou o coronel Carbonell, da 5ª Divisão do Exército.

Dentre os desafios que os soldados brasileiros contam ter enfrentado estão, além dos inimigos, o rigor do inverno europeu. Apenas em fevereiro de 1945, quando o frio já não estava tão intenso, veio o quinto ataque e a vitória brasileira.

Para o ex-combatente Eronides da Cruz, de 92 anos, a vitória foi decorrente da qualidade dos pracinhas brasileiros. “Se você ainda encontrar um italiano daquela época na guerra da Itália, que fale sobre os brasileiros, eles vão dizer para você sobre a capacidade. E outra coisa, um soldado diferente pela velocidade que lutava, com garra, e ao mesmo tempo um coração grande para dividir sua ração com o povo civil que estava passando fome”, disse o ex-combatente.

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