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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Ex-combatentes comemoram 70 anos da Batalha de Monte Castelo

Em fevereiro de 1945, as forças militares brasileiras venceram a batalha.
'Você é chamado e não pode fugir', diz o ex-combatente Pontarolli.


Do G1 PR, com informações da RPC Curitiba

Um momento solene reuniu nesta segunda-feira (23), em Curitiba, o Exército Brasileiro, a Polícia Militar (PM) e a Força Aérea Brasileira. Ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial participaram de uma homenagem em comemoração ao aniversário de 70 anos da tomada de Monte Castelo, na Itália. Foi no dia 21 de fevereiro de 1945 que as forças militares brasileiras venceram a defesa alemã.



O ex-combatente Reynaldo Pontarolli, hoje com 93 anos, conta o que passou nos campos de batalha. “Às vezes você não conhece a guerra, não sabe o que é, mas vai cumprir seu dever. Você é chamado e não pode fugir”, lembra.

Ao todo, 25 mil soldados fizeram parte da Força Expedicionária Brasileira. Eles ficaram oito meses na Itália como integrantes das forças aliadas, combatendo o exército alemão. “Nós temos certeza que a população brasileira reconhece esse valor. Do empenho dessas vidas que foram, inclusive, perdidas nos campos de batalha da Itália, mas que trouxeram para nós a vitória”, afirmou o coronel Carbonell, da 5ª Divisão do Exército.

Dentre os desafios que os soldados brasileiros contam ter enfrentado estão, além dos inimigos, o rigor do inverno europeu. Apenas em fevereiro de 1945, quando o frio já não estava tão intenso, veio o quinto ataque e a vitória brasileira.

Para o ex-combatente Eronides da Cruz, de 92 anos, a vitória foi decorrente da qualidade dos pracinhas brasileiros. “Se você ainda encontrar um italiano daquela época na guerra da Itália, que fale sobre os brasileiros, eles vão dizer para você sobre a capacidade. E outra coisa, um soldado diferente pela velocidade que lutava, com garra, e ao mesmo tempo um coração grande para dividir sua ração com o povo civil que estava passando fome”, disse o ex-combatente.

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