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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Ex-combatentes comemoram 70 anos da Batalha de Monte Castelo

Em fevereiro de 1945, as forças militares brasileiras venceram a batalha.
'Você é chamado e não pode fugir', diz o ex-combatente Pontarolli.


Do G1 PR, com informações da RPC Curitiba

Um momento solene reuniu nesta segunda-feira (23), em Curitiba, o Exército Brasileiro, a Polícia Militar (PM) e a Força Aérea Brasileira. Ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial participaram de uma homenagem em comemoração ao aniversário de 70 anos da tomada de Monte Castelo, na Itália. Foi no dia 21 de fevereiro de 1945 que as forças militares brasileiras venceram a defesa alemã.



O ex-combatente Reynaldo Pontarolli, hoje com 93 anos, conta o que passou nos campos de batalha. “Às vezes você não conhece a guerra, não sabe o que é, mas vai cumprir seu dever. Você é chamado e não pode fugir”, lembra.

Ao todo, 25 mil soldados fizeram parte da Força Expedicionária Brasileira. Eles ficaram oito meses na Itália como integrantes das forças aliadas, combatendo o exército alemão. “Nós temos certeza que a população brasileira reconhece esse valor. Do empenho dessas vidas que foram, inclusive, perdidas nos campos de batalha da Itália, mas que trouxeram para nós a vitória”, afirmou o coronel Carbonell, da 5ª Divisão do Exército.

Dentre os desafios que os soldados brasileiros contam ter enfrentado estão, além dos inimigos, o rigor do inverno europeu. Apenas em fevereiro de 1945, quando o frio já não estava tão intenso, veio o quinto ataque e a vitória brasileira.

Para o ex-combatente Eronides da Cruz, de 92 anos, a vitória foi decorrente da qualidade dos pracinhas brasileiros. “Se você ainda encontrar um italiano daquela época na guerra da Itália, que fale sobre os brasileiros, eles vão dizer para você sobre a capacidade. E outra coisa, um soldado diferente pela velocidade que lutava, com garra, e ao mesmo tempo um coração grande para dividir sua ração com o povo civil que estava passando fome”, disse o ex-combatente.

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