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'Fora do normal': OTAN teria usado armas climáticas para atingir êxito em operação militar

Uma das teorias de conspiração mais populares é a possível influência humana no clima com armas de tecnologia de última geração. Neste contexto, ganhou talvez o maior destaque o projeto HAARP dos EUA. Oficial da Força Aérea russa e meteorologista, Yevgeny Tishkovetz, contou para a Sputnik até que ponto os humanos podem mudar condições climáticas.
Sputnik

O HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program, em inglês) é um projeto financiado pelas Forças Armadas dos EUA que visa estudar a ionosfera para aperfeiçoamento de suas capacidades de comunicação por rádio e dos sistemas de vigilância com ajuda de tecnologias de ponta.


Há uma teoria de que o sistema HAARP teria sido utilizado na operação militar da OTAN na Iugoslávia em 1999. Yevgeny Tishkovetz, meteorologista do centro Fobos e ex-chefe do serviço meteorológico do Ministério da Defesa russo, disse à Sputnik Sérvia que o sistema pode ter sido realmente usado na Iugoslávia.

Segundo o oficial, a Aliança não tinha como realizar seus…

Ex-combatentes comemoram 70 anos da Batalha de Monte Castelo

Em fevereiro de 1945, as forças militares brasileiras venceram a batalha.
'Você é chamado e não pode fugir', diz o ex-combatente Pontarolli.


Do G1 PR, com informações da RPC Curitiba

Um momento solene reuniu nesta segunda-feira (23), em Curitiba, o Exército Brasileiro, a Polícia Militar (PM) e a Força Aérea Brasileira. Ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial participaram de uma homenagem em comemoração ao aniversário de 70 anos da tomada de Monte Castelo, na Itália. Foi no dia 21 de fevereiro de 1945 que as forças militares brasileiras venceram a defesa alemã.



O ex-combatente Reynaldo Pontarolli, hoje com 93 anos, conta o que passou nos campos de batalha. “Às vezes você não conhece a guerra, não sabe o que é, mas vai cumprir seu dever. Você é chamado e não pode fugir”, lembra.

Ao todo, 25 mil soldados fizeram parte da Força Expedicionária Brasileira. Eles ficaram oito meses na Itália como integrantes das forças aliadas, combatendo o exército alemão. “Nós temos certeza que a população brasileira reconhece esse valor. Do empenho dessas vidas que foram, inclusive, perdidas nos campos de batalha da Itália, mas que trouxeram para nós a vitória”, afirmou o coronel Carbonell, da 5ª Divisão do Exército.

Dentre os desafios que os soldados brasileiros contam ter enfrentado estão, além dos inimigos, o rigor do inverno europeu. Apenas em fevereiro de 1945, quando o frio já não estava tão intenso, veio o quinto ataque e a vitória brasileira.

Para o ex-combatente Eronides da Cruz, de 92 anos, a vitória foi decorrente da qualidade dos pracinhas brasileiros. “Se você ainda encontrar um italiano daquela época na guerra da Itália, que fale sobre os brasileiros, eles vão dizer para você sobre a capacidade. E outra coisa, um soldado diferente pela velocidade que lutava, com garra, e ao mesmo tempo um coração grande para dividir sua ração com o povo civil que estava passando fome”, disse o ex-combatente.

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