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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

França mobiliza porta-aviões para combate ao EI

Com a mobilização do Charles de Gaulle para o Golfo Pérsico, mais 21 caças-bombardeiros franceses passarão a operar contra os jihadistas no Iraque. Há cinco meses, o país apoia a aliança liderada pelos EUA.


Deutsch Welle

O porta-aviões francês Charles de Gaulle foi mobilizado para o Golfo Pérsico, como parte dos esforços de Paris contra o grupo terrorista "Estado Islâmico" (EI), segundo anunciaram fontes do Ministério da Defesa, nesta segunda-feira (23/02).




Desde meados de setembro de 2014, a França tem fornecido apoio aéreo às operações no Iraque da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos contra a organização terrorista. Ela mantém seis caças Mirage operando a partir da Jordânia, assim como outros aviões com base nos Emirados Árabes Unidos.

Com a mobilização do porta-aviões, outros 21 caças-bombardeiros tomarão parte nas ofensivas aéreas visando reforçar os combatentes curdos peshmerga em sua tentativa de expulsar do norte do Iraque os milicianos do EI. O Charles de Gaulle foi escoltado por uma fragata antissubmarina britânica, uma embarcação de abastecimento de combustível e um submarino de ataque adicional.

A França foi um dos primeiros países a integrar a aliança militar liderada pelos EUA contra o EI. Em retaliação, um grupo argelino associado aos terroristas decapitou no fim de setembro último o francês Hervé Groudel. Assim como outros membros da coalizão, o país também enfrenta o desafio de impedir a radicalização de cidadãos franceses pelos jihadistas.


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