Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Índia aprova plano de US$ 8 bilhões para submarinos nucleares e fragatas stealth

Nova Deli vai modernizar e nacionalizar projetos e construções de meios navais


Ankit Panda | The Diplomat
Nicholle Murmel | DefesaNet
- Tradução adaptação e edição

O governo indiano deu sinal verde para o desenvolvimento e construção de meios navais importantes, incluindo seis submarinos de propulsão nuclear e sete fragatas stealth.

Segundo fontes citadas em veículos de comunicação tanto nacionais quanto estrangeiros, a decisão foi tomada recentemente pelo Comitê de Segurança do governo. O custo total das iniciativas é estimado em 8 bilhões de dólares.

Incorporar essas embarcações à Marinha indiana vai ampliar as opções de Nova Deli em termos de estratégia no Oceano Índico. Além disso, os projetos ajudarão a concretizar os planos do primeiro ministro, Narendra Modi, de nacionalizar a produção e ao mesmo tempo modernizar a capacidade militar do país.

Como parte dessa campanha “Made in India”, o governo está empenhado em estabelecer um complexo industrial-militar e, por outro lado, diminuir a importação de produtos de defesa.

A Índia é atualmente o maior importador de armamentos, e depende em grande parte da Rússia e dos Estados Unidos para atender às demandas. Nos últimos anos, Nova Deli desenvolveu competência considerável na produção nacional como por exemplo o INS Arihant, primeiro submarino de propulsão nuclear projetado no país, e que no momento está em fase de testes no mar.




Não é surpresa que a decisão do governo enfatize os meios navais. Apesar de enfrentar ameaças convencionais em terra vindas do Paquistão e da China, a Índia vem se concentrando em modernizar sua Marinha, em uma aposta para ter mais acesso e controle sobre o Oceano Índico.

O interesse de Nova Deli no reaparelhamento naval se intensificou também pela percepção de uma China cada vez mais assertiva que também vem avançando na região.

“Nossos desafios na área de segurança são bem conhecidos. Nossas responsabilidades internacionais são evidentes”, enfatizou Modi durante uma exposição do setor de defesa na última quarta-feira (18). O primeiro ministro apontou que o país precisa incrementar sua “prontidão para defesa”.

Após assumir o poder em maio do ano passado, o governo de Modi aumentou os limites para investimento estrangeiro direto no setor de defesa indiano, permitindo controle de até 49% das ações para parceiros não-indianos em projetos. Além disso, os gastos da Índia com defesa devem crescer mais nos próximos anos para atender às demandas.

O plano de adquirir seis submarinos nucleares é uma alteração na decisão original, tomada no segundo semestre de 2014, pelo Conselho de Aquisições (DAC), que havia aprovado a construção de seis unidades convencionais diesel-elétricas. “O governo alterou o projeto segundo o qual o Comitê de Segurança decidiu que os próximos seis submarinos seriam de propulsão nuclear, e não convencionais como previsto anteriormente”, disse um representante do governo à imprensa.

Tanto a iniciativa dos navios convencionais quanto a dos atômicos fazem parte de um plano mais amplo de construção e modernização de uma força indiana de submarinos que deve se estender por 30 anos. O programa foi aprovado por Nova Deli m 1999.

Outras iniciativas, incluindo o desenvolvimento de seis navios convencionais da classe Scorpene e a reforma e atualização dos submarinos das classes Sishumar e Sindhughosh também fazem parte desse esforço de longo prazo.

Atualmente a frota da Índia é composta por embarcações obsoletas e com capacidade limitada – ao todo o país opera apenas 13 submarinos convencionais.



Postar um comentário