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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Marinha do Brasil diz que vai apurar quem são os militares envolvidos em fotos de sexo dentro de unidade no Rio

Thiago de Araújo | Brasil Post

A Marinha do Brasil informou que vai apurar quem são os militares envolvidos em fotos de atos sexuais que estão circulando nas redes sociais nos últimos dias. A denúncia, feita pelo jornal Extra, fez com que o Comando do 1º Distrito Naval abrisse um processo administrativo que vai apurar detalhes de quando, como e envolvendo quem se deram as relações sexuais.


SEXO MARINHA

Segundo o jornal, as fotos teria como protagonistas um sargento e uma enfermeira do Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), que fica na Ilha das Enxadas, na Baía de Guanabara, próximo à Ponte Rio-Niterói, que separa os dois municípios. As imagens mostram o que parece ser a academia do centro.

Os registros teriam sido feitos no fim de 2014, mas ganharam repercussão somente nos últimos dias.

De acordo com a Marinha, se forem confirmadas as identidades e as transgressões dentro de uma unidade militar, os envolvidos serão tratados “com todo o rigor que o caso requer”.


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