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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Argentina denuncia militarização das Malvinas ante organismos mundiais

France Presse

A Argentina denunciou perante diversos organismos internacionais o aumento desmedido das despesas militares britânicas nas ilhas Malvinas, cuja soberania é disputada pelos dois países, informou nesta segunda-feira a Chancelaria de Buenos Aires.




As notas enviadas às Nações Unidas e ao Grupo dos 77+China, entre outros organismos, lembram que a preocupação argentina com a militarização do arquipélago é compartilhada por toda a região.

Outros destinatários são o Mercado Comum do Sul (Mercosul), a União de Nações Sul-americanas (Unasul) e a Comunidade da América Latina e do Caribe (CELAC).

A provisão de armamento britânico nas ilhas "gera uma tensão desnecessária e injustificada no Atlântico Sul, uma zona caracterizada por sua vocação pacifista e livre de armas nucleares", destacaram as notas.

Finalmente, o governo da presidente Cristina Kirchner reitera ao colega britânico a necessidade de abrir o diálogo para resolver uma situação colonial que dura mais de 182 anos.

Na semana passada, Londres anunciou que investirá 267 milhões de dólares na próxima década para fortalecer o dispositivo militar nas Malvinas porque continua existindo "uma ameaça muito viva" contra o arquipélago por parte da Argentina.

Em 1982, a ditadura que governava na ocasião a Argentina tentou recuperar o arquipélago e desatou uma guerra que terminou com a sua rendição após 74 dias de combates, 649 argentinos e 255 britânicos mortos.



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