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Rússia: EUA provocaram combates em Idlib para impedir o avanço sírio em Deir ez-Zor

Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib, informou o ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira.
Sputnik

Segundo o ministério russo, a ofensiva terrorista foi uma manobra dos serviços de inteligência dos EUA para impedir o avanço das tropas sírias em Deir ez-Zor.


Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib.

"Apesar dos acordos assinados no dia 15 de setembro em Astana, os combatentes da Frente al-Nusra e seus aliados, que se negaram a cumprir as condições do regime de cessar-fogo, iniciaram uma ampla ofensiva contra as tropas governamentais, a partir das 8hs da manhã do dia 19 de setembro, ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib", informa o comunicado.

Durante o dia, os terroristas conseguira…

Argentina denuncia militarização das Malvinas ante organismos mundiais

France Presse

A Argentina denunciou perante diversos organismos internacionais o aumento desmedido das despesas militares britânicas nas ilhas Malvinas, cuja soberania é disputada pelos dois países, informou nesta segunda-feira a Chancelaria de Buenos Aires.




As notas enviadas às Nações Unidas e ao Grupo dos 77+China, entre outros organismos, lembram que a preocupação argentina com a militarização do arquipélago é compartilhada por toda a região.

Outros destinatários são o Mercado Comum do Sul (Mercosul), a União de Nações Sul-americanas (Unasul) e a Comunidade da América Latina e do Caribe (CELAC).

A provisão de armamento britânico nas ilhas "gera uma tensão desnecessária e injustificada no Atlântico Sul, uma zona caracterizada por sua vocação pacifista e livre de armas nucleares", destacaram as notas.

Finalmente, o governo da presidente Cristina Kirchner reitera ao colega britânico a necessidade de abrir o diálogo para resolver uma situação colonial que dura mais de 182 anos.

Na semana passada, Londres anunciou que investirá 267 milhões de dólares na próxima década para fortalecer o dispositivo militar nas Malvinas porque continua existindo "uma ameaça muito viva" contra o arquipélago por parte da Argentina.

Em 1982, a ditadura que governava na ocasião a Argentina tentou recuperar o arquipélago e desatou uma guerra que terminou com a sua rendição após 74 dias de combates, 649 argentinos e 255 britânicos mortos.



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