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Como funcionam os mísseis de micro-ondas que os EUA podem usar em caso de ataque da Coreia do Norte

Nos arredores da cidade de Albuquerque, no Estado do Novo México, uma equipe de especialistas da Força Aérea americana desenvolve uma arma pouco tradicional, mas que poderia ter um objetivo estratégico: deter os mísseis nucleares da Coreia do Norte.
Lioman Lima | BBC Mundo

Não é um armamento qualquer. Trata-se de um tipo de arma eletromagnética que não é nociva para o ser humano e cuja base de funcionamento é a mesma tecnologia de um forno micro-ondas.


E, segundo diversos especialistas em assuntos militares consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, poderia ser uma alternativa para desativar as armas nucleares de Pyongyang de forma efetiva, sem gerar grandes prejuízos.

O "Projeto de mísseis avançados de micro-ondas de alta potência de interferência eletrônica" (Champ, na sigla em inglês) prepara, em essência, projéteis que emitem ondas de altíssima frequência, capazes de fritar sistemas eletrônicos.

"Tendo em conta o estado da tecnologia no mundo moderno, em q…

AVIBRAS PROLONGA MAIS UMA VEZ A RETOMADA DE SUAS ATIVIDADES E PERDE TODA CREDIBILIDADE

Júlio Ottoboni
Exclusivo DefesaNet

A credibilidade da direção da AVIBRAS foi ladeira abaixo nesta semana. Pelo menos o restante que ainda persistia junto aos trabalhadores da empresa. O retorno marcado para essa semana foi novamente suspenso e remarcado para ser retomado no próximo dia 09 de março. Essa é a oitava data de suspensão da licença remunerada, o sindicato já não acredita sequer que a empresa retomará suas atividades.




O caso é de desespero total entre os empregados e de silêncio absoluto por parte do Ministério da Defesa, que a tem como uma companhia estratégica para o país. A rede de boatos, alguns com consistência, já começaram a circular. Entre eles a imensa insatisfação dos militares com o desmonte da empresa articulado pelo governo federal, que entende a empresa sendo muito mal gerida por seus executivos.

A proposta da AVIBRAS de pagar os salários atrasados apenas na primeira quinzena de abril também é tida, pelos sindicalistas, como fantasiosa e um ganhar de tempo inútil. O Sindicato exige que o pagamento seja feito imediatamente. Nunca houve um situação como essa em mais de meio século de existência da empresa, uma das mais importantes e tradicionais do polo aeroespacial.

O trabalhadores da AVIBRAS estão há três meses sem salário e em licença remunerada desde dezembro, embora tenham recebido apenas parte dos vencimentos. Na assembleia realizada neste dia 2 de março, quando haveria o encerramento da licença remunerada, foi comunicada a nova data de retorno.

Mas o próprio sindicato, que já apelou para a intervenção urgente do governo federal, desconfia que a empresa deve adiar novamente a retomada de suas atividades produtivas indefinidamente, pois não conseguiu resolver suas pendências econômicas e nem financeiras.

Além dos salários atrasados, a empresa deixou de pagar para os trabalhadores a primeira parcela da PLR 2014 (Participação nos Lucros e Resultados), no valor de R$ 2.500, e as multas referentes ao atraso salarial, no valor de R$ 15,60 por dia para cada trabalhador, conforme previsto na Convenção Coletiva da categoria.

A proposta de pagar os atrasados apenas em meados de abril foi rejeitada em assembleia na íntegra. Os trabalhadores estão passando por diversas dificuldades, vários estão desesperados. O silêncio do ministro da defesa, Jacques Wagner, e também da direção da AVIBRAS, deixam a situação ainda mais tensa e com boatos que a AVIBRAS encerrará suas atividades ainda neste semestre.

A AVIBRAS tem em seu quadro funcional 1500 funcionários, é uma das principais indústrias do setor bélico do país, considerada estratégica pelo governo de Dilma Rousseff e possui contratos com o governo federal, além de países como Indonésia e Arábia Saudita.

Um dos comentários é que o governo federal pode fazer uma intervenção na companhia e compra-la pelo valor da dívida junto aos cofres públicos e repassa-la para um grupo de empresas interessadas. A disputa ficaria entre russos, que contam com a simpatia do governo brasileiro, e a Odebrecht. O vencedor receberia uma carteira de pedidos no valor de R$ 2,4 bilhões com contratos já assinados.


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