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Como funcionam os mísseis de micro-ondas que os EUA podem usar em caso de ataque da Coreia do Norte

Nos arredores da cidade de Albuquerque, no Estado do Novo México, uma equipe de especialistas da Força Aérea americana desenvolve uma arma pouco tradicional, mas que poderia ter um objetivo estratégico: deter os mísseis nucleares da Coreia do Norte.
Lioman Lima | BBC Mundo

Não é um armamento qualquer. Trata-se de um tipo de arma eletromagnética que não é nociva para o ser humano e cuja base de funcionamento é a mesma tecnologia de um forno micro-ondas.


E, segundo diversos especialistas em assuntos militares consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, poderia ser uma alternativa para desativar as armas nucleares de Pyongyang de forma efetiva, sem gerar grandes prejuízos.

O "Projeto de mísseis avançados de micro-ondas de alta potência de interferência eletrônica" (Champ, na sigla em inglês) prepara, em essência, projéteis que emitem ondas de altíssima frequência, capazes de fritar sistemas eletrônicos.

"Tendo em conta o estado da tecnologia no mundo moderno, em q…

Boko Haram desafia força militar africana: 'vamos capturá-los um a um'

O líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, disse, em vídeo divulgado hoje (9), que o grupo radical islâmico vai vencer a força militar multinacional que está combatendo no nordeste da Nigéria, no Níger e em Camarões.


Sputnik

"A vossa aliança nada conseguirá. Juntem todas as vossas armas e enfrentem-nos. São bem-vindos", disse Shekau em uma mensagem de 28 minutos divulgada com outros dois vídeos no Youtube.


O líder do Boko Haram, Abubakar Shekau
© AP Photo

Tropas do Chade, de Camarões e do Níger estão apoiando há vários dias o Exército da Nigéria no combate ao grupo islâmico nigeriano, cuja insurreição ameaça também os países vizinhos.

Em um dos vídeos publicados hoje são mostradas imagens do líder do grupo radical Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi. Não é a primeira vez que Shekau se refere a Al Baghdadi, mas agora ele parece estar colocando o Boko Haram em um contexto mais amplo da jihad (guerra santa).

"Vamos combater o mundo inteiro, aplicando o princípio de que quem desobedece a Alá e ao profeta deve submeter-se, morrer ou tornar-se escravo", diz o líder do Boko Haram.

A insurreição do grupo extremista na Nigéria, iniciada há seis anos, evoluiu para uma crise regional e, no sábado (7), a Nigéria, o Chade, o Níger, Camarões e o Benin concordaram em reunir 8.700 militares, policiais e civis para lutar contra os fundamentalistas. No discurso de 28 minutos, em que fala em árabe e em haussa (a língua mais falada no norte da Nigéria), Shekau zomba da força multinacional, que anteriormente se previa que tivesse 7.500 homens.

"Vão mandar 7 mil soldados? Isso é pouco. Por que não mandam 70 milhões? Vamos capturá-los um a um", disse.

Os Estados Unidos estimam que o Boko Haram tenha entre 4 mil a 6 mil combatentes, embora estejam bem equipados depois de atacar posições do Exército da Nigéria.

No domingo (8) e nesta segunda-feira (9), o grupo radical atacou a cidade de Diffa, no sudeste do Níger, abrindo uma nova frente na ofensiva, após ter lançado ataques em Camarões.



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