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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

China agora é o 3º maior exportador de armas mundial

País está atrás apenas dos EUA e Rússia em ranking internacional

Nos últimos 5 anos, os chineses ultrapassaram Alemanha e França em exportações de armas


Forças Terrestres

Superando de uma só tacada Alemanha e França, a China passou de quinta para a terceira posição no ranking de maiores exportadores de armas no mundo, de acordo com os números publicados nesta segunda-feira pelo International Peace Research Institute (Sipri, na sigla em inglês). Com base no período 2010-2014, os números apontam que, no mercado de armas, “os Estados Unidos estão claramente na liderança” (31% das exportações), à frente da Rússia (27%). Os três países seguintes aparecem bem atrás, com cerca de 5% das exportações cada um.


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De acordo com o Sipri, “a França teria ficado em terceiro”, se tivesse entregue, no final de 2014, um navio do tipo Mistral à Rússia. A entrega foi cancelada, devido ao conflito no leste da Ucrânia. Três países asiáticos recebem mais de dois terços das exportações de armamento chinês: Paquistão (41% do total), Bangladesh e Mianmar. No intervalo descrito no relatório do Sipri, Pequim também negociou com dezoito países africanos.

No caso da Rússia, o principal comprador é a Índia, que compra 70% do seus armamentos dos russos. Os Estados Unidos têm a clientela mais diversificada. O primeiro importador de armas americanas, a Coreia do Sul, representa apenas 9% do total. Já a França vende, principalmente, para Marrocos (18%) e China (14%). O Sipri considera ainda que os “esforços franceses para aumentar suas exportações de armas” foram coroados com o contrato firmado com o Egito em fevereiro passado.

Entre os dez primeiros exportadores mundiais, China (que aumentou suas vendas no exterior em 143%, em comparação com os cinco anos precedentes), Ucrânia e Rússia foram os que registraram o maior crescimento, enquanto as vendas de França e Alemanha diminuíram. Em relação às importações, a Índia, com 15% do mercado, está muito à frente do segundo e terceiro país, Arábia Saudita e China (5% cada um).

O relatório quinquenal apontou ainda que o volume do comércio mundial de armas aumentou 16% nesses últimos cinco anos, comparativamente ao período 2005-2009. Embora esteja em alta há cerca de dez anos, o volume de armamento comercializado no mundo continua sendo um terço inferior ao topo atingido depois da II Guerra Mundial, alcançado no início dos anos 1980, no ápice da corrida armamentista nuclear desencadeada pela Guerra Fria.



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