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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

FAB forma pilotos na aeronave Boeing 767

Projeto de aquisição das aeronaves é considerado prioritário pelo Comandante da Aeronáutica


Poder Aéreo

Dez pilotos do Esquadrão Corsário, localizado no Rio de Janeiro (RJ), concluíram o curso de formação em aeronaves de transporte Boeing 767. Os pilotos da Força Aérea Brasileira tiveram aulas teóricas, realizaram exercícios no simulador e cumpriram 150 horas de voo, cada um. Três dos aviadores formados atingiram também o grau de instrutores da aeronave. O treinamento, que foi possível graças a um contrato de capacitação operacional com a empresa ABSA – TAM Cargo, iniciou em dezembro de 2013 e foi finalizado no mês passado.


Boeing 767 FAC - foto FAB

De acordo com o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, essa formação faz parte dos planos para a aquisição de aeronaves Boeing 767 a fim de realizar missões de transporte e de reabastecimento em voo. “O Boeing 767 é uma prioridade muito forte para nós”, disse, durante encontro com profissionais da mídia especializada em aviação.

Em 13 de março de 2013, a comissão do projeto KC-X2, que prevê a substituição dos aviões Boeing 707, decidiu pela escolha da Israel Aerospace Industries (IAI) como empresa fornecedora das novas aeronaves. Agora, de acordo com o Comandante da Aeronáutica, a assinatura do contrato para a aquisição das aeronaves depende de uma posição governamental. Os 707, designados na FAB como KC-137, foram aposentados em maio de 2013 e ainda não foram substituídos.

“A FAB e o Ministério da Defesa entendem a importância desse avião. A aeronave tem uma grande capacidade de carga que vai nos ajudar em missões de paz, como no Haiti e no Líbano. Além de missões como a que fizemos em 2005, uma repatriação de brasileiros do Timor-Leste”, afirmou o Tenente-Brigadeiro Rossato.

Segundo Comandante do Esquadrão Corsário, Tenente-Coronel Rogelio Azevedo Ortiz, a IAI vai transformar um avião civil de passageiros em uma aeronave militar de transporte e reabastecimento em voo (REVO) que terá mais do que o dobro de capacidade do seu antecessor. “O alcance do futuro KC-767 Multi Mission Transport and Tanker (MMTT), com 43,8 toneladas de carga a bordo, é de 4.000 milhas náuticas. Isso significa decolar de Brasília e alcançar Portugal e Espanha, além de alguns países da África Ocidental, sem escalas. Também é capaz de levar 240 passageiros, 81 macas de evacuação aeromédica ou dez UTIs completas”, explicou o Tenente-Coronel Ortiz.

O Boeing 767 tem muitas diferenças operacionais em relação a outros dois importantes cargueiros da FAB, que são considerados táticos: o C-130 e o futuro KC-390. “O C-130 é diferente, é tático e de alcance restrito, voa mais baixo e com velocidade mais lenta. Outra diferença é o reabastecimento em voo. No caso de uma operação no exterior, o 767 consegue acompanhar a velocidade de cruzeiro das outras aeronaves”, explica o Tenente-Brigadeiro Rossato.

Aeronave já operou em exercício da FAB

Durante o exercício CRUZEX Flight 2013, militares do Esquadrão Corsário tiveram a oportunidade de acompanhar a operação do KC-767 Júpiter, da Força Aérea Colombiana. A aeronave estrangeira passou duas semanas na Base Aérea do Recife e realizou operações de reabastecimento em voo de caças colombianos e brasileiros.



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