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Jornal alemão iguala Bundeswehr à 'armazém de peças de reposição'

Bundeswehr (Forças Armadas da Alemanha) está em profunda crise, enfrentando uma grave falta de investimento, noticia o Suddeutsche Zeitung.
Sputnik

Segundo o jornal, 20% dos candidatos a cargos oficiais abandonam o serviço nos primeiros seis meses e a seleção de 8.500 voluntários previstos no plano para o serviço militar vem enfrentando mais e mais dificuldades com o passar dos anos.

Na lista dos problemas, a maior preocupação corresponde ao financiamento do exército alemão. Segundo a publicação, o orçamento da defesa para 2018, no valor de 38,5 bilhões de euros (R$ 170,9 bilhões) parece suficiente apenas à primeira vista — o exército não tem dinheiro suficiente. Metade do orçamento é usada para suprir as necessidades dos oficiais, uns 18% são destinados aos custos operacionais e apenas 13% do orçamento é investido nas compras de defesa.

Em particular, a publicação observa uma redução acentuada no número de tanques de 4.500 no final da Guerra Fria para 225 unidades. O dinheiro investido é…

Fox News: para salvar a Ucrânia é necessário 'matar tantos russos quanto possível'

Os EUA devem ajudar Kiev a destruir o maior número de soldados russos, "entrincheirados na Ucrânia", disse o analista militar da Fox News, Bob Scales.


Sputnik

“Na Ucrânia já está tudo decidido. Os Estados Unidos só podem ter alguma influência na região e virar a maré da situação de uma única maneira — começar a matar russos. Matar tantos russos até que as mídias de Putin não consigam esconder o fato de os soldados voltarem para casa em sacos para cadáveres”, respondeu Scales à pergunta sobre ajuda americana à Ucrânia.


Bob Scales na Fox News
© Fox Business Channel
Ele acrescentou ser pouco provável que isso vá acontecer, dado ao nível de apoio que os EUA fornecem aos ucranianos e a “possibilidade de os ucranianos atacarem os 12.000 soldados russos”.

Conforme publicado anteriormente, os EUA planejam enviar para a Ucrânia no período de março-outubro de 2015 pelo menos 300 militares para cooperar com o exército ucraniano. A informação foi divulgada num documento publicado no site norte-americano de contratos públicos.



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