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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Fox News: para salvar a Ucrânia é necessário 'matar tantos russos quanto possível'

Os EUA devem ajudar Kiev a destruir o maior número de soldados russos, "entrincheirados na Ucrânia", disse o analista militar da Fox News, Bob Scales.


Sputnik

“Na Ucrânia já está tudo decidido. Os Estados Unidos só podem ter alguma influência na região e virar a maré da situação de uma única maneira — começar a matar russos. Matar tantos russos até que as mídias de Putin não consigam esconder o fato de os soldados voltarem para casa em sacos para cadáveres”, respondeu Scales à pergunta sobre ajuda americana à Ucrânia.


Bob Scales na Fox News
© Fox Business Channel
Ele acrescentou ser pouco provável que isso vá acontecer, dado ao nível de apoio que os EUA fornecem aos ucranianos e a “possibilidade de os ucranianos atacarem os 12.000 soldados russos”.

Conforme publicado anteriormente, os EUA planejam enviar para a Ucrânia no período de março-outubro de 2015 pelo menos 300 militares para cooperar com o exército ucraniano. A informação foi divulgada num documento publicado no site norte-americano de contratos públicos.



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