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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Gripen E/F ou Gripen C/D? A escolha (da versão) é a gosto do freguês

Poder Aéreo

Na manhã desta quinta-feira na Suécia (madrugada no Brasil), foi realizado o “Annual Gripen Seminar 2015“, para apresentar informações sobre o andamento do programa do caça Gripen, da sueca Saab. Ulf Nilsson, chefe da área de negócios aeronáuticos da empresa, informou que mudou-se a visão global de desenvolvimento do Gripen ao longo do tempo, tradicionalmente pensada em passos que foram da versão inicial para a Suécia (A/B), depois melhorada para atender não só as novas necessidades dos suecos mas também o mercado externo (C/D), seguida da próxima geração (E/F).




Na prática, a mudança de filosofia (que já havia sido indicada em declarações anteriores de executivos da empresa) significa que não se pretende terminar o desenvolvimento das versões atuais do caça, denominadas C (monoposto) e D (biposto) com o advento das versões da próxima geração do Gripen, respectivamente E e F. Tudo vai depender do que deseja o cliente.

A nova filosofia é oferecer aos clientes as capacidades que eles realmente requerem, o que pode ser, por exemplo, conseguido com a plataforma já desenvolvida C/D para quem deseja entregas mais rápidas e não tem interesse no alcance estendido da nova geração do caça E/F em desenvolvimento – enquanto esta última interessa a clientes que demandam uma combinação superior de carga de armamento e raio de combate, entre outras características superiores, se comparada às versões C/D. Ou seja, nessa filosofia tem-se duas plataformas que oferecem certas características específicas, e às quais podem ser incorporados os avanços tecnológicos que vem sendo testados nos últimos anos no avião demonstrador, conforme os requisitos do cliente.

Visualmente, essa filosofia é mostrada na tela acima, que foi mostrada na apresentação de hoje. Nela, o demonstrador abre dois caminhos na forma dos produtos Gripen C/D e Gripen E/F.

Nilsson também informou que, dentro dessa visão, a empresa prefere não falar mais apenas se referir ao que o Gripen oferece ao mercado como “próxima geração” (NG – next generation), e sim como “caça multimissão”(multirole fighter), do qual os clientes escolhem qual plataforma querem adquirir, C/D ou E/F.


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