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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Gripen E/F ou Gripen C/D? A escolha (da versão) é a gosto do freguês

Poder Aéreo

Na manhã desta quinta-feira na Suécia (madrugada no Brasil), foi realizado o “Annual Gripen Seminar 2015“, para apresentar informações sobre o andamento do programa do caça Gripen, da sueca Saab. Ulf Nilsson, chefe da área de negócios aeronáuticos da empresa, informou que mudou-se a visão global de desenvolvimento do Gripen ao longo do tempo, tradicionalmente pensada em passos que foram da versão inicial para a Suécia (A/B), depois melhorada para atender não só as novas necessidades dos suecos mas também o mercado externo (C/D), seguida da próxima geração (E/F).




Na prática, a mudança de filosofia (que já havia sido indicada em declarações anteriores de executivos da empresa) significa que não se pretende terminar o desenvolvimento das versões atuais do caça, denominadas C (monoposto) e D (biposto) com o advento das versões da próxima geração do Gripen, respectivamente E e F. Tudo vai depender do que deseja o cliente.

A nova filosofia é oferecer aos clientes as capacidades que eles realmente requerem, o que pode ser, por exemplo, conseguido com a plataforma já desenvolvida C/D para quem deseja entregas mais rápidas e não tem interesse no alcance estendido da nova geração do caça E/F em desenvolvimento – enquanto esta última interessa a clientes que demandam uma combinação superior de carga de armamento e raio de combate, entre outras características superiores, se comparada às versões C/D. Ou seja, nessa filosofia tem-se duas plataformas que oferecem certas características específicas, e às quais podem ser incorporados os avanços tecnológicos que vem sendo testados nos últimos anos no avião demonstrador, conforme os requisitos do cliente.

Visualmente, essa filosofia é mostrada na tela acima, que foi mostrada na apresentação de hoje. Nela, o demonstrador abre dois caminhos na forma dos produtos Gripen C/D e Gripen E/F.

Nilsson também informou que, dentro dessa visão, a empresa prefere não falar mais apenas se referir ao que o Gripen oferece ao mercado como “próxima geração” (NG – next generation), e sim como “caça multimissão”(multirole fighter), do qual os clientes escolhem qual plataforma querem adquirir, C/D ou E/F.


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