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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Moscou: afirmações da Ucrânia sobre retirada de armas pesadas são blefe

Kiev violou mais uma vez grosseiramente os acordos de Minsk, todas as declarações das autoridades ucranianas sobre a retirada de armas pesadas são blefe, disseram no sábado representantes do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.


Sputnik

O ministério analisou com preocupação o vídeo da agência Reuters onde se viam armas pesadas do exército ucraniano na linha de frente no leste da Ucrânia. A julgar pelas imagens, o batalhão Azov usou obuses D-30 de calibre 122 milímetros, com alcance de até 22 quilômetros, diz o documento do ministério. Além disso, o vídeo foi feito na região da aldeia Shirokino, que deve estar no foco da missão especial da OSCE.


Armas pesadas na linha de frente no leste da Ucrânia
© Sputnik/ Den Levi

Assim, observou o ministério, “a declaração das autoridades ucranianas, que todas as armas pesadas foram retiradas, vira novamente um blefe".

“A Rússia apela mais uma vez à parte ucraniana não enganar a opinião internacional e cumprir fielmente suas obrigações no âmbito dos acordos de Minsk”, sublinhou o ministério.


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