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Kim Jong-un: Após 'declaração de guerra feroz', Trump e os EUA pagarão caro

Em um raro pronunciamento, o líder norte-coreano Kim Jong-un disse nesta sexta-feira (horário local) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu povo "pagarão caro"pelas “palavras excêntricas” que pregaram a destruição da Coreia do Norte.
Sputnik

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Trump afirmou que os EUA estão prontos para a "destruição total" da Coreia do Norte, caso isso se faça necessário.


Além disso, o presidente estadunidense chamou Kim de "Homem Foguete", pelo que considera uma "tática suicida" de provocações contra Washington e o resto dos seus aliados na Ásia.

"Agora estou pensando muito sobre a resposta que ele poderia ter esperado quando ele se permitiu que palavras tão excêntricas tropeçassem da sua língua", disse Kim, em declarações reproduzidas pela Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).

"Qualquer coisa que Trump possa ter esperado, ele enfrentará resultados além de suas expectativas. Eu vou, …

Moscou condena lei sobre status do leste ucraniano

Aprovação de emenda sobre status especial de Donbass por parlamento ucraniano deveria ser primeiro passo para mediação política do conflito. Segundo governo russo, medida contradiz os acordos de paz de Minsk, que poderiam ser seguidos por Kiev sob pressão de Paris e Berlim.


Aleksêi Timofeitchev | Gazeta Russa

O ministro dos Negócios Exteriores da Rússia, Serguêi Lavrov, acusou a Ucrânia de cometer uma "violação gritante" dos acordos de Minsk e pediu que os líderes da Alemanha e da França criem com Kiev um esforço tripartite.


Moscou condena lei sobre status do leste ucraniano
Lavrov pediu pressão de Berlim e Paris para cumprimento de acordos de paz por Kiev Foto: Reuters

"Talvez estejamos ainda mais longe de realizar os acordos de Minsk do que estávamos há alguns dias", declarou o porta-voz do presidente russo, Dmítri Peskov, sobre a resolução da Rada Suprema (o parlamento ucraniano).

Na terça-feira (17), a Rada aprovou uma emenda com uma lista de áreas de Donbass onde deve funcionar uma ordem especial de autogestão. Essa ordem especial é elemento-chave para a resolução política da situação no âmbito do processo de paz de Minsk, já que deverá permitir o início do diálogo com os rebeldes.

Apesar disso, de acordo com a emenda aprovada, a nova ordem ficará suspensa por tempo indeterminado até a realização de eleições regionais que sigam a lei ucraniana.

A Rada também aprovou uma resolução segundo a qual as áreas revoltosas são intituladas "territórios temporariamente ocupados", e pediu à ONU e à União Europeia que introduzam ali forças de paz.

Sem consulta

Lavrov ressaltou que, segundo os acordos de Minsk, as partes inicialmente devem discutir "a modalidade de realização das eleições", já que Kiev não coordenou nada com os separatistas.

Segundo o chanceler russo, ao intitular como "ocupado" o território de Donbass, Kiev anunciou a necessidade de limpar essas áreas ao invés de introduzir a lei sobre seu status especial prevista pelos acordos de Minsk.

"Subentende-se da resolução da Rada Suprema que a lei sobre o status especial somente terá força legal quanto esses territórios forem administrados por aqueles considerados admissíveis por Kiev", disse Lavrov.

Analistas políticos russos consideram razoável a avaliação de Moscou.

"Esse ponto [os acordos de Minsk] não foi executado: não houve qualquer consulta [com os separatistas], foram aprovadas emendas que não são aceitáveis para um dos lados", disse à Gazeta Russa o chefe do Departamento Europeu de Segurança da Academia Russa de Ciências, Dmítri Danilov.

"Kiev também deixou de fora da lista uma série de territórios que no momento estão sob controle dos separatistas", ressalta Mikhail Aleksandrov, chefe do Centro de Pesquisas Político-Militares do Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscou (MGIMO).

"Berlim e Paris devem tomar para si a parcela de responsabilidade que declararam ao assinar os acordos de Minsk", acrescenta Danilov.



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