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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Número de palestinos mortos por Israel é recorde em 2014

Segundo relatório da ONU, Israel foi responsável pela morte de mais de dois mil civis palestinos em 2014. É o maior número desde o início da ocupação da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, em 1967.


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As atividades de Israel na Faixa de Gaza, na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental foram responsáveis pelas mortes de 2.314 palestinos e deixaram 17.125 feridos no ano passado. Em 2013, os números foram de 39 e 3.964, respectivamente, de acordo com o relatório anual do escritório da ONU para a Coordenação de Relações Humanitárias (OCHA, na sigla em inglês). 


Palestinos ajudam a carregar feridos
© AP Photo/ Adel Hana
O conflito em Gaza em julho e agosto foi o principal responsável pelo grande aumento no número de fatalidades e tirou as vidas de 2.220 habitantes, dos quais 1.492 eram civis.

No ápice do conflito, mais de 11 mil pessoas ficaram feridas e cerca de 500 ml palestinos foram desalojados. Cerca de 100 mil pessoas ainda não voltaram para casa ou continuam sem lar.

Na Cisjordânia e em Jerusalém oriental, 58 palestinos foram mortos e 6.028 ficaram feridos — é o maior número de fatalidades envolvendo forças israelenses desde 2007 e o meio número de feridos desde 2005.

A maioria dos incidentes aconteceu após a abdução e o assassinato de Mohammed Abu Khdeir, um palestino de 16 anos. O evento serviu de combustível para protestos diários em Jerusalém Oriental. A morte de Khdeir veio logo após a morte de três adolescentes israelenses.

O relatório da ONU, chamado Vidas Fragmentadas, documenta um aumento no número de palestinos feridos, encarcerados e desalojados em comparação com os dois anos anteriores. A elevação aguda na quantidade de mortos e feridos tem relação com um aumento no uso de munição letal pelas forças israelenses, responsável por todas mortes e 18% das lesões.

Por outro lado, os ataques palestinos contra civis e forças de segurança israelenses também cresceram em 2014, com o número de mortes subindo de quatro para 12.


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