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Moscou revela fotos de material bélico dos EUA nas posições do Daesh

O Ministério da Defesa da Rússia publicou na sua conta no Facebook fotos aéreas de posições do Daesh (organização proibida na Rússia), perto da cidade de Deir ez-Zor, nas quais se vê material bélico dos EUA.
Sputnik

"Graças às fotografias aéreas captadas entre 8 e 12 de setembro de 2017, perto das posições do Daesh foi detectado um grande número de veículos blindados norte-americanos Hummer que estão em serviço das forças especiais dos EUA", informou o ministério.


Segundo o ministério, nas fotos é claramente visível o posicionamento das forças especiais dos EUA em pontos de apoio que anteriormente foram equipados pelos terroristas. Nas fotos não há nenhuns vestígios de ataques, bem como de confrontos com os terroristas ou crateras provocadas por ataques aéreos realizados pela coalizão internacional liderada pelos EUA.

"Embora os pontos de apoio dos destacamentos das Forças Armadas dos EUA estejam nas zonas das atuais posições do Daesh, não existem quaisquer vestígios de pre…

Número de palestinos mortos por Israel é recorde em 2014

Segundo relatório da ONU, Israel foi responsável pela morte de mais de dois mil civis palestinos em 2014. É o maior número desde o início da ocupação da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, em 1967.


Sputnik

As atividades de Israel na Faixa de Gaza, na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental foram responsáveis pelas mortes de 2.314 palestinos e deixaram 17.125 feridos no ano passado. Em 2013, os números foram de 39 e 3.964, respectivamente, de acordo com o relatório anual do escritório da ONU para a Coordenação de Relações Humanitárias (OCHA, na sigla em inglês). 


Palestinos ajudam a carregar feridos
© AP Photo/ Adel Hana
O conflito em Gaza em julho e agosto foi o principal responsável pelo grande aumento no número de fatalidades e tirou as vidas de 2.220 habitantes, dos quais 1.492 eram civis.

No ápice do conflito, mais de 11 mil pessoas ficaram feridas e cerca de 500 ml palestinos foram desalojados. Cerca de 100 mil pessoas ainda não voltaram para casa ou continuam sem lar.

Na Cisjordânia e em Jerusalém oriental, 58 palestinos foram mortos e 6.028 ficaram feridos — é o maior número de fatalidades envolvendo forças israelenses desde 2007 e o meio número de feridos desde 2005.

A maioria dos incidentes aconteceu após a abdução e o assassinato de Mohammed Abu Khdeir, um palestino de 16 anos. O evento serviu de combustível para protestos diários em Jerusalém Oriental. A morte de Khdeir veio logo após a morte de três adolescentes israelenses.

O relatório da ONU, chamado Vidas Fragmentadas, documenta um aumento no número de palestinos feridos, encarcerados e desalojados em comparação com os dois anos anteriores. A elevação aguda na quantidade de mortos e feridos tem relação com um aumento no uso de munição letal pelas forças israelenses, responsável por todas mortes e 18% das lesões.

Por outro lado, os ataques palestinos contra civis e forças de segurança israelenses também cresceram em 2014, com o número de mortes subindo de quatro para 12.


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