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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Omã tenta persuadir Arábia Saudita a interromper operação no Iêmen

Mascate está lançando mão de consideráveis esforços diplomáticos para convencer Riad a suspender os ataques aéreos sobre o Iêmen e retornar à mesa de negociações, segundo informou hoje à agência Sputnik uma fonte ligada ao governo de Omã.


Sputnik


Área destruída por ataques da coalizão internacional liderada pela Arábia Saudita no Iêmen
© AP Photo/ Hani Mohammed

Na última quinta-feira, a coalizão de países árabes liderada pela Arábia Saudita começou a realizar vários bombardeios em áreas dominadas pelos rebeldes houthis, que atualmente controlam grande parte do território do Iêmen, incluindo a capital Sanaa. A operação, que conta com a participação de Bahrein, Catar, Egito, Jordânia e Sudão, foi requisitada pelo presidente iemenita Abed Rabbo Mansour Hadi, forçado a deixar o cargo, por militantes houthis, no final de janeiro.

No entanto, para diplomatas de Omã, se as hostilidades no Iêmen não forem interrompidas imediatamente, inclusive com a suspensão dos ataques da coalizão, o conflito no país poderá ter um impacto negativo em toda a região.

Segundo dados divulgados ontem pelo Human Rights Watch, os bombardeios aéreos internacionais já causaram a morte de 34 civis no Iêmen.



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