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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Polícia Federal prende militar no Rio por pedofilia

A Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante no Rio de Janeiro um capitão de corveta da Marinha, de 40 anos de idade, que armazenava imagens pornográficas de crianças e adolescentes e as postava na internet, através da rede social Twitter.


Sputnik

De acordo com nota divulgada hoje (21) pelo setor de comunicação social da PF no Rio, o preso foi indiciado pelo crime de pedofilia, com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/90).


Rio de Janeiro
© Sputnik/ Aleksandr Vilf

A prisão do militar ocorreu na manhã de ontem (20), durante cumprimento de dois mandados de busca e apreensão no bairro da Ilha do Governador, zona norte do Rio. Os policiais federais constataram que o preso armazenava milhares de imagens com cenas de sexo explícito e pornografia envolvendo crianças e adolescentes.

Conforme a nota, dados colhidos durante a investigação da PF apontavam o upload transnacional de imagens semelhantes. O investigado tinha seguidores na rede social que replicavam as imagens para a Europa e Estados Unidos.


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