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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Presidente da Comissão Europeia exige criação de exército da UE

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, é a favor de criação de um exército europeu.


Sputnik

“Tal exército ajudar-nos-ia a ter uma política externa e política de segurança comuns, assim como juntos ter a responsabilidade da Europa [pelos acontecimentos] no mundo”, diz Juncker citado pelo jornal Welt am Sonntag.


Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia
© AFP 2015/ Emmanuel Dunand

Segundo ele, com este exército a UE pode responder às ameaças contra países membros da UE e países vizinhos. Acrescentou que assim a Europa fará a Rússia entender que “tomamos a sério a luta pelos valores da UE”.

Segundo os dados do jornal, a proposta de Juncker já foi apoiada por deputados do parlamento alemão (Bundestag). O presidente do Comitê Internacional do Bundestag, Norbert Röttgen, também acha que chegou o tempo de criar tal exército.

A Rússia ressaltou várias vezes o crescimento sem precedentes da atividade militar da OTAN na Europa devido à crise na Ucrânia.



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