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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Saab e Boeing fazem primeiro lançamento de SDB a partir de terra

Forças Terrestres

Em nota e vídeo divulgados na terça-feira, 10 de março, a empresa sueca Saab e a americana Boeing informaram que a SDB I (Small Diameter Bomb – bomba de pequeno diâmetro) da Boeing teve comprovada a sua adaptação para lançamento a partir de um sistema de artilharia terrestre, mesmo tendo sido desenvolvida, originariamente, para emprego a partir de aeronaves.


GLSDB - imagem Boeing via Saab

Segundo a nota, as empresas testaram recentemente a chamada GLSDB (Ground Launched Small Diameter Bomb – bomba de pequeno diâmetro lançada de terra), integrando tecnologias da SDB I e do motor foguete M26 (fornecido pela Nammo) ao sistema de lançamento múltiplo de foguetes (MLRS – Multiple Launch Rocket System). O teste mostrou que a bomba pode suportar um lançamento por foguete de artilharia sem comprometer seu desempenho.

A GLSDB permite ao sistema de artilharia atingir objetivos a distâncias significativamente maiores, engajando alvos difíceis de alcançar, ao mesmo tempo em que mantém a manobrabilidade em voo e a precisão da SDB. As duas empresas deverão, a partir de um acordo assinado no ano passado, oferecer a GLSDB a operadores atuais e futuros de foguetes de artilharia.




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