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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Submarino francês 'afunda' porta-aviões norte-americano durante exercícios

A série de exercícios navais conjuntos dos EUA e da França terminou de uma forma inesperada para o exército norte-americano.


Sputnik

As manobras acabaram com o submarino francês afundando o porta-aviões dos EUA e a maioria dos seus navios de escolta.


USS Theodore Roosevelt
USS Theodore Roosevelt © AFP 2015/ Brad GARNER

Os exercícios duraram 10 dias na costa do estado da Flórida. O submarino nuclear francês Saphir se juntou com o Grupo 12 de exercícios com porta-helicóptero dos EUA, que também incluiu o super porta-aviões Theodore Roosevelt (apelidado de Big Stick), vários cruzadores Ticonderoga (ou destruidor Arleigh Burke) e submarino nuclear da classe Los Angeles.

Os exercícios tinham o objetivo de testar o super porta-aviões recém-modernizado por US$ 2,6 bilhões.

No entanto, durante a segunda fase dos exercícios, o navio francês passou para o lado inimigo e recebeu a missão de atacar o Theodore Roosevelt. E assim o fez, esgueirando profundamente na defesa do Grupo 12, sem ser detectado pelas unidades antissubmarino norte-americanas, e, no último dia dos exercícios, "afundou" o Roosevelt e a maioria dos seus navios de escolta.



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