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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Versão Block II do caça JF-17 completa sua primeira bateria de testes

Poder Aéreo

Em testes desde o seu voo inaugural, a 7 de fevereiro passado, o primeiro protótipo do caça sino-paquistanês JF-17 Block II – número de série 2P01 – completou uma primeira bateria de inspeções e provas, onde foram verificados, entre outros sistemas, o seu novo radar KLJ-7 (Type 1478) modificado, o pod jammeador KG300G – mais potente que o modelo instalado na versão básica do avião – e o sistema de reabastecimento em voo.


JF-17 MK2 - 1

A 19 de fevereiro foi aprontado o segundo protótipo – matrícula 2P02 – e logo depois o terceiro (2P03). O Block II teve também aumentada a sua capacidade de carregar e operar armas guiadas, todas fabricadas na China. São igualmente chineses o radar, fabricado pelo Nanjing Research Institute of Electronic Technology, e o equipamento, transportado externamente pelo caça, para o despistamento (jamming) de mísseis inimigos, produzido pelo Southwest Institute of Electronic Equipment, da cidade de Chengdu.

O protótipo 01 alçou voo com um atraso de oito meses em relação ao cronograma original. Em maio de 2011 a Força Aérea Paquistanesa encomendou 50 JF-17 Block II ao Complexo Aeronáutico Paquistanês (PAC) da cidade de Kamra.

Contramedidas - Em uma curta declaração ao site de notícias do grupo britânico Jane’s, especializado em assuntos militares, o Comodoro do Ar Ahsan Rafiq, ex-chefe da Unidade de Avaliação e Testes do JF-17 (hoje encarregado do setor de Operações da diretoria de Projetos do programa JF-17) ressaltou que, além do sistema AAR (air-to-air refuelling), o Block II possui um equipamento apto a ampliar o fornecimento de oxigênio na cabine – possibilitando ao piloto permanecer por mais tempo no ar – e “um sistema de contramedidas eletrônicas bastante melhorado”.

O preço unitário do JF-17 Block II foi estimado em um valor a partir de 30 milhões de dólares.

Caso a aeronave supere sem grandes problemas o cronograma de testes de equipamentos e de ensaios em voo previsto para este ano, as primeiras unidades de série destinadas aos esquadrões paquistaneses deverão estar disponíveis para entrega no último quadrimestre de 2016.

Aparentemente, esse é o modelo que está sendo oferecido pelo grupo chinês Chengdu Aerospace Corporation (CAC) à Força Aérea da Argentina, ainda que exista a previsão de um JF-17 Block III para o ano de 2018.


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