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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Afetada por sanções, Rússia aposta em “Army 2015” para promover tecnologia nacional

Ministério da Defesa russo está organizando para junho o “Army 2015” , que pretende ocupar o posto de maior fórum expositor de defesa do mundo. Objetivo é criar uma plataforma global de exposição de seus equipamentos militares e demonstrar independência frente aos parceiros europeus.


Denis Kungurov, especial para Gazeta Russa

A expectativa dos organizadores do fórum “Army 2015”, que começará no dia 16 de junho em Kubinka, nos arredores de Moscou, é demonstrar a independência russa frente aos eventos análogos estrangeiros. Isso porque a imposição de sanções vem afetando a participação do país nas principais mostras do gênero.


Afetada por sanções, Rússia aposta em “Army 2015” para promover tecnologia nacional
Organizadores pretendem ultrapassar o número de visitantes da Oboronekspo 2014, que atraiu 70 mil pessoas Foto: Aleksandr Riúmin/TASS

Em fevereiro passado, por exemplo, o pedido de participação do conglomerado de defesa russo Rostec foi negado na exposição militar britânica DSEI devido às sanções. “Negaram nosso pedido e disseram que não nos aceitariam por causa das medidas impostas”, diz o vice-diretor geral da Rostec, Dmítri Chugaev.

Esse isolamento foi então aproveitado pelos concorrentes americanos e europeus. Hoje, os Estados Unidos são o principal concorrente da Rússia no mercado de armas. Enquanto os EUA respondem por cerca de 31% do mercado mundial de armamentos, a Rússia detém uma fatia de 27%.

Qualquer isolamento de um dos países impacta diretamente nas vendas, o que estimulou a Rússia a necessidade de responder aos embargos com a organização de um número crescente de exposições em seu próprio território. A escolha do local para o “Army 2015” também não foi aleatória – Kubinka é o histórico local de exposição de carros de combate, bem como o centro de cultura e lazer Patriot.

Os organizadores pretendem ultrapassar o número de visitantes da feira Oboronekspo 2014, realizada em 2014 na cidade de Jukóvski, que atraiu 70 mil pessoas.

Contatos para o futuro

No “Army 2015”, a Rússia planeja não só expor suas armas e equipamentos militares mais avançados, mas também realizar apresentações dinâmicas e estabelecer o contato direto entre os clientes e os principais fabricantes, oferecendo a possibilidade de encomendar diretamente novas tecnologias.

O evento irá sediar uma série de conferências e mesas-redondas, que lançarão base para diferentes áreas de cooperação no futuro. A ideia é também explorar a tecnologia de defesa russa entre os jovens, já que há atualmente um deficit de pessoal qualificado na indústria de defesa da Rússia.

No entanto, um dos desafios enfrentados pelos organizadores da exposição é realizar um evento de alto nível, mas sem ofuscar outras feiras russas existentes como, por exemplo, a “Russia Arms Expo” (RAE), em Nijni Taguil.

“A vantagem da feira internacional RAE nos Urais é a proximidade dos polos fabricantes de blindados, como a UralVagonZavod, projetista dos modernos T-90 e Armata. Outro ponto positivo é a infraestrutura de exibição, com uma usina de testes completa”, explicou à Gazeta Russa o especialista militar Aleksêi Khlopôtov.


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