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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Analista ucraniano propõe assassinar jornalistas russos para 'salvar a Ucrânia'

O analista e cientista político ucraniano Yuri Romanenko declarou que está na hora de as Forças Armadas da Ucrânia começarem uma campanha para matar os jornalistas russos em Donbass, de forma a atrair a atenção da mídia global.


Sputnik

Ao lembrar uma recente conversa na Universidade de Harvard, Romanenko escreveu na sua página de Facebook que ele propôs aos seus colegas que o Exército da Ucrânia impeça a cobertura russa da guerra em Donbass alvejando intencionalmente os jornalistas russos que operam na região:

“Eu sei como resolver o problema de falta de atenção e como aumentar o interesse da mídia. O Exército ucraniano deve seletiva e cuidadosamente eliminar os jornalistas russos que cobrem a situação em Donbass. Temos que dirigir os atiradores para disparar contra as pessoas com inscrição IMPRENSA nos capacetes, fazendo deles o seu alvo prioritário.”


Situação na região de Donetsk
© Sputnik/ Andrei Stenin
Desta forma, Romanenko espera reduzir a "eficácia da propaganda". Mas os seus colegas de Harvard rejeitaram a proposta completamente, notando que o assassinato deliberado de jornalistas é uma violação do direito internacional.

Ao comentar a decisão dos colegas de Harvard, Romanenko e a delegação ucraniana sorriram e argumentaram que, quando a Rússia repetidamente estava violando o direito internacional em relação à Ucrânia, "vocês não pareciam muito preocupados… então por que se devem preocupar agora?"

O jornalista também declarou que, após a conversa, um homem ucraniano lhe disse que “tem toda a razão, esta é a via certa para salvar a Ucrânia”.


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