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Kim Jong-un: Após 'declaração de guerra feroz', Trump e os EUA pagarão caro

Em um raro pronunciamento, o líder norte-coreano Kim Jong-un disse nesta sexta-feira (horário local) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu povo "pagarão caro"pelas “palavras excêntricas” que pregaram a destruição da Coreia do Norte.
Sputnik

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Trump afirmou que os EUA estão prontos para a "destruição total" da Coreia do Norte, caso isso se faça necessário.


Além disso, o presidente estadunidense chamou Kim de "Homem Foguete", pelo que considera uma "tática suicida" de provocações contra Washington e o resto dos seus aliados na Ásia.

"Agora estou pensando muito sobre a resposta que ele poderia ter esperado quando ele se permitiu que palavras tão excêntricas tropeçassem da sua língua", disse Kim, em declarações reproduzidas pela Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).

"Qualquer coisa que Trump possa ter esperado, ele enfrentará resultados além de suas expectativas. Eu vou, …

Analista ucraniano propõe assassinar jornalistas russos para 'salvar a Ucrânia'

O analista e cientista político ucraniano Yuri Romanenko declarou que está na hora de as Forças Armadas da Ucrânia começarem uma campanha para matar os jornalistas russos em Donbass, de forma a atrair a atenção da mídia global.


Sputnik

Ao lembrar uma recente conversa na Universidade de Harvard, Romanenko escreveu na sua página de Facebook que ele propôs aos seus colegas que o Exército da Ucrânia impeça a cobertura russa da guerra em Donbass alvejando intencionalmente os jornalistas russos que operam na região:

“Eu sei como resolver o problema de falta de atenção e como aumentar o interesse da mídia. O Exército ucraniano deve seletiva e cuidadosamente eliminar os jornalistas russos que cobrem a situação em Donbass. Temos que dirigir os atiradores para disparar contra as pessoas com inscrição IMPRENSA nos capacetes, fazendo deles o seu alvo prioritário.”


Situação na região de Donetsk
© Sputnik/ Andrei Stenin
Desta forma, Romanenko espera reduzir a "eficácia da propaganda". Mas os seus colegas de Harvard rejeitaram a proposta completamente, notando que o assassinato deliberado de jornalistas é uma violação do direito internacional.

Ao comentar a decisão dos colegas de Harvard, Romanenko e a delegação ucraniana sorriram e argumentaram que, quando a Rússia repetidamente estava violando o direito internacional em relação à Ucrânia, "vocês não pareciam muito preocupados… então por que se devem preocupar agora?"

O jornalista também declarou que, após a conversa, um homem ucraniano lhe disse que “tem toda a razão, esta é a via certa para salvar a Ucrânia”.


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