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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Analista ucraniano propõe assassinar jornalistas russos para 'salvar a Ucrânia'

O analista e cientista político ucraniano Yuri Romanenko declarou que está na hora de as Forças Armadas da Ucrânia começarem uma campanha para matar os jornalistas russos em Donbass, de forma a atrair a atenção da mídia global.


Sputnik

Ao lembrar uma recente conversa na Universidade de Harvard, Romanenko escreveu na sua página de Facebook que ele propôs aos seus colegas que o Exército da Ucrânia impeça a cobertura russa da guerra em Donbass alvejando intencionalmente os jornalistas russos que operam na região:

“Eu sei como resolver o problema de falta de atenção e como aumentar o interesse da mídia. O Exército ucraniano deve seletiva e cuidadosamente eliminar os jornalistas russos que cobrem a situação em Donbass. Temos que dirigir os atiradores para disparar contra as pessoas com inscrição IMPRENSA nos capacetes, fazendo deles o seu alvo prioritário.”


Situação na região de Donetsk
© Sputnik/ Andrei Stenin
Desta forma, Romanenko espera reduzir a "eficácia da propaganda". Mas os seus colegas de Harvard rejeitaram a proposta completamente, notando que o assassinato deliberado de jornalistas é uma violação do direito internacional.

Ao comentar a decisão dos colegas de Harvard, Romanenko e a delegação ucraniana sorriram e argumentaram que, quando a Rússia repetidamente estava violando o direito internacional em relação à Ucrânia, "vocês não pareciam muito preocupados… então por que se devem preocupar agora?"

O jornalista também declarou que, após a conversa, um homem ucraniano lhe disse que “tem toda a razão, esta é a via certa para salvar a Ucrânia”.


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