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Kim Jong-un: Após 'declaração de guerra feroz', Trump e os EUA pagarão caro

Em um raro pronunciamento, o líder norte-coreano Kim Jong-un disse nesta sexta-feira (horário local) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu povo "pagarão caro"pelas “palavras excêntricas” que pregaram a destruição da Coreia do Norte.
Sputnik

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Trump afirmou que os EUA estão prontos para a "destruição total" da Coreia do Norte, caso isso se faça necessário.


Além disso, o presidente estadunidense chamou Kim de "Homem Foguete", pelo que considera uma "tática suicida" de provocações contra Washington e o resto dos seus aliados na Ásia.

"Agora estou pensando muito sobre a resposta que ele poderia ter esperado quando ele se permitiu que palavras tão excêntricas tropeçassem da sua língua", disse Kim, em declarações reproduzidas pela Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).

"Qualquer coisa que Trump possa ter esperado, ele enfrentará resultados além de suas expectativas. Eu vou, …

Conflito no Iêmen muda de nome, mas a essência é a mesma

O povo iemenita está cansado dos bombardeios incessantes, e no entanto, a guerra continua.


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A coalizão liderada pela Arábia Saudita e apoiada pelos Estados Unidos anunciou na terça-feira uma mudança da tática da sua intervenção no Iêmen. Nesta quarta, começou a operação chamada "Restaurando a Esperança".


Situação no Iêmen
© AP Photo/ Hani Mohammed

A nova fase da intervenção internacional já matou muitas pessoas. Parece que só mudou o nome, mas não mudou a essência. Os ataques aéreos não cessam.

Contudo, a comunidade internacional permanece quase silenciosa sobre o assunto. A ONU tinha instado as partes à paz e negociações, mas omitindo a participação da Arábia Saudita, autora dos bombardeios.

Há uma parte da comunidade internacional que acusa o Irã de enviar navios militares à região para supostamente entregá-los aos rebeldes xiitas houthis. O próprio Irã desmente categoricamente estas especulações, sublinhando que a missão do grupo de navios militares que o país mantém no golfo de Aden e no mar Vermelho é proteger os navios mercantes contra os piratas.

A atitude do Irã na questão do Iêmen é essencialmente pacificadora. A República Islâmica do Irã não se interfere nos assuntos internos do país árabe. Já na terça, após o anúncio sobre o fim da operação, o chanceler iraniano, Javad Zarif, disse que o seu país estava pronto para fazer tudo o que seja necessário para estabelecer o diálogo no Iêmen.

Mas depois seguiu a nova fase da operação militar.

A Rússia tem repetidamente condenado o conflito. Mas as suas propostas de pacificação não fizeram parte da versão final da resolução das Nações Unidas a este respeito.

Em uma entrevista concedida à Sputnik Arabic por Fadl al-Mutaa, membro do partido Ansar Allah (Houthis), afirmou que a voz da Rússia é importante para o país e deve ser ouvida ao nível internacional:

"Estamos confusos pela atitude do Conselho de Segurança da ONU, exceto a Rússia. Outros países nem condenam e nem comentam os eventos que estão acontecendo no Iêmen".

"Nós não demos um golpe de resposta [contra a coalizão] porque não temos as armas que eles têm...; Por que eles matam civis e atacam instituições públicas, se podem atacar o Ansar Allah, que está situado na fronteira com a Arábia Saudita?", esta pergunta de al-Mutaa provavelmente não terá resposta.

No entanto, hoje ficou conhecido que o príncipe da Arábia Saudita Alaweed bin Talal oferece carros de luxo Bentley para aqueles pilotos sauditas que mataram cerca de 1 mil pessoas durante a operação.






O tuíte que o príncipe tinha postado, com esta proposta, já foi deletado.


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