Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

Donetsk acusa Kiev de mais de 20 violações do cessar-fogo nas últimas 24 horas

Nas últimas 24 horas o lado ucraniano abriu fogo 21 vezes contra o território da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD), informou o Ministério da Defesa da RPD.


Sputnik

“Durante as últimas 24 horas houve 21 disparos do lado ucraniano, inclusive um com uso de artilharia. Houve 13 disparos de morteiros, duas a partir de tanques e cinco casos de disparo com uso de lançadores de granadas e armas ligeiras”, diz a Agência de Notícias de Donetsk alegando o ministério.

“Não foi feito fogo de resposta contra as posições do exército ucraniano. Ainda não há informação sobre vítimas entre civis e membros da milícia”, acrescentou o departamento militar.


Militares ucranianos retiram material blindado na região de Gorlovka
© REUTERS/ Gleb Garanich
Kiev está realizando, desde meados de abril, uma operação militar para esmagar os independentistas no leste da Ucrânia, que não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas, chegadas ao poder em resultado do golpe de Estado ocorrido em fevereiro de 2014 em Kiev. Segundo os últimos dados da ONU, mais de seis mil civis já foram vítimas deste conflito.

Desde 9 de janeiro, a intensidade dos bombardeios na região aumentou, bem como o número de vítimas do conflito. Isto fez regressar ambas as partes às negociações. O novo acordo de paz, firmado em Minsk entre os líderes da Rússia, da Ucrânia, da França e da Alemanha, inclui um cessar-fogo global no leste da Ucrânia. Segundo o acordo, o armistício deve ser seguido pela retirada das armas pesadas da zona de conflito.



Postar um comentário