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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

Donetsk: Kiev escolhe solução militar do conflito no país

A mobilização e concentração de material bélico pelos militares ucranianos mostra que Kiev escolheu solução militar do conflito como variante principal, disse Denis Pushilin, o representante da autoproclamada República Popular de Donetsk nas negociações em Minsk.


Sputnik

"As campanhas de mobilização e concentração de material bélico por parte da Ucrânia testemunham que as autoridades ucranianas escolheram a solução militar do conflito como variante principal. Estamos preparados para tudo mas até o final tentaremos resolver [a crise] de maneira pacífica”, disse ele num briefing neste sábado (25). 

Exército ucraniano
© AP Photo/ Evgeniy Maloletk

Já anteriormente havia sinais alarmantes de violações dos Acordos de Minsk – os militares ucranianos começaram treinamentos conjuntos com paraquedistas norte-americanos na região de Lvov, no oeste da Ucrânia. De acordo com a chancelaria russa, isso contradiz os Acordos de Minsk. Para supostamente distrair a atenção deste fato, os EUA acusaram nesta semana a Rússia de fornecer armamentos a Donbass (região no sudeste ucraniano, atingida pela guerra civil) e de organizar exercícios militares em conjunto com os milicianos independentistas, mas não mostraram provas.

Kiev está realizando, desde meados de abril, uma operação militar para esmagar os independentistas no leste da Ucrânia, que não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas, chegadas ao poder em resultado do golpe de Estado ocorrido em fevereiro de 2014 em Kiev. Segundo os últimos dados da ONU, mais de seis mil civis já foram vítimas deste conflito.

Desde 9 de janeiro, a intensidade dos bombardeios na região aumentou, bem como o número de vítimas do conflito. Isto fez regressar ambas as partes às negociações. O novo acordo de paz, firmado em Minsk entre os líderes da Rússia, da Ucrânia, da França e da Alemanha, inclui um cessar-fogo global no leste da Ucrânia. Segundo o acordo, o armistício deve ser seguido pela retirada das armas pesadas da zona de conflito.


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