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Rússia: EUA provocaram combates em Idlib para impedir o avanço sírio em Deir ez-Zor

Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib, informou o ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira.
Sputnik

Segundo o ministério russo, a ofensiva terrorista foi uma manobra dos serviços de inteligência dos EUA para impedir o avanço das tropas sírias em Deir ez-Zor.


Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib.

"Apesar dos acordos assinados no dia 15 de setembro em Astana, os combatentes da Frente al-Nusra e seus aliados, que se negaram a cumprir as condições do regime de cessar-fogo, iniciaram uma ampla ofensiva contra as tropas governamentais, a partir das 8hs da manhã do dia 19 de setembro, ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib", informa o comunicado.

Durante o dia, os terroristas conseguira…

Donetsk: Kiev escolhe solução militar do conflito no país

A mobilização e concentração de material bélico pelos militares ucranianos mostra que Kiev escolheu solução militar do conflito como variante principal, disse Denis Pushilin, o representante da autoproclamada República Popular de Donetsk nas negociações em Minsk.


Sputnik

"As campanhas de mobilização e concentração de material bélico por parte da Ucrânia testemunham que as autoridades ucranianas escolheram a solução militar do conflito como variante principal. Estamos preparados para tudo mas até o final tentaremos resolver [a crise] de maneira pacífica”, disse ele num briefing neste sábado (25). 

Exército ucraniano
© AP Photo/ Evgeniy Maloletk

Já anteriormente havia sinais alarmantes de violações dos Acordos de Minsk – os militares ucranianos começaram treinamentos conjuntos com paraquedistas norte-americanos na região de Lvov, no oeste da Ucrânia. De acordo com a chancelaria russa, isso contradiz os Acordos de Minsk. Para supostamente distrair a atenção deste fato, os EUA acusaram nesta semana a Rússia de fornecer armamentos a Donbass (região no sudeste ucraniano, atingida pela guerra civil) e de organizar exercícios militares em conjunto com os milicianos independentistas, mas não mostraram provas.

Kiev está realizando, desde meados de abril, uma operação militar para esmagar os independentistas no leste da Ucrânia, que não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas, chegadas ao poder em resultado do golpe de Estado ocorrido em fevereiro de 2014 em Kiev. Segundo os últimos dados da ONU, mais de seis mil civis já foram vítimas deste conflito.

Desde 9 de janeiro, a intensidade dos bombardeios na região aumentou, bem como o número de vítimas do conflito. Isto fez regressar ambas as partes às negociações. O novo acordo de paz, firmado em Minsk entre os líderes da Rússia, da Ucrânia, da França e da Alemanha, inclui um cessar-fogo global no leste da Ucrânia. Segundo o acordo, o armistício deve ser seguido pela retirada das armas pesadas da zona de conflito.


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