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Embraer e Boeing acertam termos de parceria

Acordo prevê criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% de participação da gigante americana. Boeing vai pagar 4,2 bilhões de dólares aos brasileiros. Transação precisa ser aprovada pelo governo federal.
Deutsch Welle

A Embraer e a gigante americana Boeing anunciaram nesta segunda-feira (17/12) a aprovação dos termos de uma parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial. A execução do acerto ainda precisa do aval do governo brasileiro.


De acordo com a proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de 4,2 bilhões de dólares, enquanto a fabricante brasileira ficará com os 20% restantes.

"A expectativa é de que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes", diz um comunicado conjunto da Embraer e da Boeing divulgado para investidores.

As duas empresas informaram que a joint venture criada para a fabricação de aviões comerciais, que deve absorver toda a operação…

Donetsk: Kiev escolhe solução militar do conflito no país

A mobilização e concentração de material bélico pelos militares ucranianos mostra que Kiev escolheu solução militar do conflito como variante principal, disse Denis Pushilin, o representante da autoproclamada República Popular de Donetsk nas negociações em Minsk.


Sputnik

"As campanhas de mobilização e concentração de material bélico por parte da Ucrânia testemunham que as autoridades ucranianas escolheram a solução militar do conflito como variante principal. Estamos preparados para tudo mas até o final tentaremos resolver [a crise] de maneira pacífica”, disse ele num briefing neste sábado (25). 

Exército ucraniano
© AP Photo/ Evgeniy Maloletk

Já anteriormente havia sinais alarmantes de violações dos Acordos de Minsk – os militares ucranianos começaram treinamentos conjuntos com paraquedistas norte-americanos na região de Lvov, no oeste da Ucrânia. De acordo com a chancelaria russa, isso contradiz os Acordos de Minsk. Para supostamente distrair a atenção deste fato, os EUA acusaram nesta semana a Rússia de fornecer armamentos a Donbass (região no sudeste ucraniano, atingida pela guerra civil) e de organizar exercícios militares em conjunto com os milicianos independentistas, mas não mostraram provas.

Kiev está realizando, desde meados de abril, uma operação militar para esmagar os independentistas no leste da Ucrânia, que não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas, chegadas ao poder em resultado do golpe de Estado ocorrido em fevereiro de 2014 em Kiev. Segundo os últimos dados da ONU, mais de seis mil civis já foram vítimas deste conflito.

Desde 9 de janeiro, a intensidade dos bombardeios na região aumentou, bem como o número de vítimas do conflito. Isto fez regressar ambas as partes às negociações. O novo acordo de paz, firmado em Minsk entre os líderes da Rússia, da Ucrânia, da França e da Alemanha, inclui um cessar-fogo global no leste da Ucrânia. Segundo o acordo, o armistício deve ser seguido pela retirada das armas pesadas da zona de conflito.


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