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Embraer e Boeing acertam termos de parceria

Acordo prevê criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% de participação da gigante americana. Boeing vai pagar 4,2 bilhões de dólares aos brasileiros. Transação precisa ser aprovada pelo governo federal.
Deutsch Welle

A Embraer e a gigante americana Boeing anunciaram nesta segunda-feira (17/12) a aprovação dos termos de uma parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial. A execução do acerto ainda precisa do aval do governo brasileiro.


De acordo com a proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de 4,2 bilhões de dólares, enquanto a fabricante brasileira ficará com os 20% restantes.

"A expectativa é de que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes", diz um comunicado conjunto da Embraer e da Boeing divulgado para investidores.

As duas empresas informaram que a joint venture criada para a fabricação de aviões comerciais, que deve absorver toda a operação…

Espanhóis e sul-coreanos se candidatam à modernização do Arsenal de Marinha do Rio

Poder Naval

Os estaleiros Navantia, da Espanha, e Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering Co., Ltd (DSME), da Coreia do Sul, formalizaram, junto à Marinha do Brasil, seu interesse em atuar na modernização do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, uma das prioridades definidas pelo novo comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Eduardo Leal Ferreira.

As propostas nada têm a ver com o Programa de Obtenção de Meios de Superfície (PROSUPER) da Marinha.


Corveta classe Inhaúma e Barroso no AMRJ - google Earth maio 2010
Corvetas das classes Inhaúma e Barroso flagradas pelo Google Earth no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro

Nos últimos três anos a Navantia assinou diferentes contratos de prestação de serviços com a Força Naval brasileira, além de acordos de cooperação com empresas que fornecem navios e equipamentos à corporação.

O último desses instrumentos de parceria foi fechado pelos espanhóis com a direção da companhia fluminense EISA – estaleiro incumbido de fabricar os navios-patrulha costeiros classe Macaé, de 500 toneladas.

Nesse momento, a Navantia é o grupo empresarial europeu mais arrojado no estabelecimento de programas conjuntos com marinhas sul-americanas.

A companhia tem projetos ambiciosos no Brasil, no Peru – em cooperação com a empresa Serviços Industriais da Marinha (SIMA), sediada no porto de Callao – e na Colômbia, em parceria com a Corporação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval Marítima e Fluvial (Cotecmar), da cidade de Cartagena.

DSME


No assunto da modernização do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro seu oponente é, contudo, um verdadeiro peso pesado.

A DSME é a segunda maior empresa de construção naval do mundo e um dos “três grandes” nomes da indústria naval da Coreia do Sul.

Segundo o Poder Naval pôde apurar, somente entre os anos de 2011 e 2014, a Daewoo Shipbuilding faturou cerca de 55,3 bilhões de dólares.

A 20 de dezembro de 2010 a empresa fechou um contrato de 1,07 bilhão de dólares para fabricar três submarinos de ataque leves (1.300 toneladas), em cooperação com a indústria naval alemã, para a Marinha da Indonésia.

Dois anos mais tarde – a 22 de fevereiro de 2012 – a Real Frota Auxiliar do Reino Unido encomendou à DSME o fornecimento de quatro navios-tanque de frota rápidos – serviço de 452 milhões de libras esterlinas (2,036 bilhões de Reais). Esses petroleiros devem começar a ser entregues aos britânicos no ano que vem.

A modernização do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro prevê a recuperação e modernização de diques e diferentes maquinários, além da construção de prédios e o estabelecimento de novas linhas de produção. A última edição da Revista Forças de Defesa, que chegou às bancas três semanas atrás, traz ampla reportagem sobre o assunto.


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