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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

França mostra disposição para devolver dinheiro de Mistrais à Rússia

O presidente da França, François Hollande, disse nesta quarta-feira, 22, que considera natural a devolução de verbas pelos porta-helicópteros tipo “Mistral”, caso eles não sejam fornecidos à Rússia.


Sputnik

“Se os navios não foram fornecidos, não vejo como eles poderiam ser pagos”, disse o líder francês ao comentar a declaração do presidente russo, Vladimir Putin, sobre a compensação dos Mistrais pagos pela Rússia. Segundo Hollande, “a posição do presidente da Rússia é absolutamente compreensível”. 


Navio Mistral francês
© Sputnik/ Alexei Danichev

Durante a entrevista coletiva, o chefe de Estado francês acrescentou que “é um princípio muito simples”. “Se foram fornecidos, deve ser feito o pagamento. Se não foram fornecidos, o pagamento deve ser devolvido”, disse Hollande.

A companhia russa de exportação e importação de armamentos Rosoboronexport assinou com a companhia francesa DCNS um contrato para a construção de dois navios deste tipo em junho de 2011. As partes posteriores dos porta-helicópteros foram construídas no estaleiro russo Baltiysky (que faz parte da Corporação Unida de Construção Naval) em São Petersburgo. O acoplamento com as partes anteriores e as obras de acabamento foram efetuadas no estaleiro da companhia STX France, em Saint-Nazaire.

O primeiro navio de desembarque Vladivostok devia ter sido entregado pela França em 14 novembro de 2014. Já o segundo navio deveria ser entregue até o final de 2015.

Mais cedo o presidente francês, François Hollande, disse que decidiu suspender a entrega do primeiro dos navios (Vladivostok) por causa da situação na Ucrânia. Por sua vez, a Rússia declarou que está à espera do navio ou da restituição do dinheiro.


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