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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Mil iraquianos foram mortos em março, segundo a ONU

Escalada de violência acompanha intensificação de combate ao Estado Islâmico no país


O Globo
com agências internacionais

BAGDÁ - Um total de 997 iraquianos foram mortos em março, em episódios de violência, enquanto outros 2.172 acabaram feridos no período, segundo a missão da ONU no país. Das vítimas fatais, 729 eram civis e 268 eram membros das forças de segurança. Pelo menos 12.200 civis foram mortos ao longo de 2014, segundo as Nações Unidas, marcando o ano mais violento no país desde 2007.


Soldado iraquiano acompanha resquícios de combate no Norte de Tikrit: Estado Islâmico é o principal responsável por escalada na violência Foto: ALAA AL-MARJANI / REUTERSSoldado iraquiano acompanha resquícios de combate no Norte de Tikrit: Estado Islâmico é o principal responsável por escalada na violência - ALAA AL-MARJANI / REUTERS

A maior parte das mortes e dos ferimentos em março ocorreu em Bagdá: 362 perderam as vidas, enquanto 928 se machucaram. As províncias de Diyala, Salahudin e Nineveh, se seguiram.

“Estou chocado em ver que os iraquianos continuam diante de números assustadores de mortes causadas por sucessivas ondas de violência, que ameaçam ainda mais com sofrimento e miséria”, disse o enviado-chefe da missão da ONU no país, Jan Kubis. “As Nações Unidas pedem que o governo do Iraque garantam a segurança dos civis e esteja de acordo com os princípios dos direitos humanos.”

A crise de violência no país se intensificou em junho, com a intensificação da ação do Estado Islâmico na região. No Norte do país, o grupo jihadista tomou territórios como a importante cidade de Mossul, base da cultura assíria e um dos berços civilizatórios.

A ONU também pediu, através de comunicados e redes sociais, uma intensificação da ajuda humanitária em cidades recém-libertadas do EI, como Tikrit, al-Baghdadi e Anbar. Com 200 mil habitantes antes da ofensiva, a cidade natal de Saddam Hussein passou por quase um mês de confrontos entre jihadistas e forças aliadas ao governo iraquiano.

Ainda nesta quarta-feira, alguns combates na parte Norte de Tikrit eram registrados. Todas as demais áreas foram tomadas pelo governo, com o apoio de milícias.



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