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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Missão da OSCE relata piora da situação em Donetsk

A missão especial de monitoramento da OSCE na Ucrânia reportou uma brusca deterioração da situação em torno do aeroporto de Donetsk.


Sputnik

Segundo o relatório da entidade, cerca de 90% das 350 explosões registradas na segunda-feira desta semana foram causadas por morteiros de 120mm e artilharia pesada, que deveriam ter sido retirados da região em conformidade com os acordos de Minsk.


Debaltsevo, Donetsk
© AFP 2015/ ALEKSEY CHERNYSHEV

“O número de violações nessa região aumentou de forma brusca em relações às violações registradas nos dias anteriores” – diz o documento da missão publicado na manhã desta terça-feira.

Desde meados de abril de 2013 a Ucrânia começou a realizar uma operação militar para atacar as forças independentistas no leste da Ucrânia. Estas não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas que chegaram ao poder após um golpe de Estado em Kiev.

Os Acordos de Minsk, assinados pelo “quarteto da Normandia” (Alemanha, Rússia, França e Ucrânia) em 12 de fevereiro de 2014, prevêem a retirada de tropas e o cessar-fogo completo, mas os representantes de Donetsk e Lugansk têm repetidamente declarado que Kiev viola os acordos.



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