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Rússia: EUA provocaram combates em Idlib para impedir o avanço sírio em Deir ez-Zor

Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib, informou o ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira.
Sputnik

Segundo o ministério russo, a ofensiva terrorista foi uma manobra dos serviços de inteligência dos EUA para impedir o avanço das tropas sírias em Deir ez-Zor.


Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib.

"Apesar dos acordos assinados no dia 15 de setembro em Astana, os combatentes da Frente al-Nusra e seus aliados, que se negaram a cumprir as condições do regime de cessar-fogo, iniciaram uma ampla ofensiva contra as tropas governamentais, a partir das 8hs da manhã do dia 19 de setembro, ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib", informa o comunicado.

Durante o dia, os terroristas conseguira…

Missão da OSCE relata piora da situação em Donetsk

A missão especial de monitoramento da OSCE na Ucrânia reportou uma brusca deterioração da situação em torno do aeroporto de Donetsk.


Sputnik

Segundo o relatório da entidade, cerca de 90% das 350 explosões registradas na segunda-feira desta semana foram causadas por morteiros de 120mm e artilharia pesada, que deveriam ter sido retirados da região em conformidade com os acordos de Minsk.


Debaltsevo, Donetsk
© AFP 2015/ ALEKSEY CHERNYSHEV

“O número de violações nessa região aumentou de forma brusca em relações às violações registradas nos dias anteriores” – diz o documento da missão publicado na manhã desta terça-feira.

Desde meados de abril de 2013 a Ucrânia começou a realizar uma operação militar para atacar as forças independentistas no leste da Ucrânia. Estas não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas que chegaram ao poder após um golpe de Estado em Kiev.

Os Acordos de Minsk, assinados pelo “quarteto da Normandia” (Alemanha, Rússia, França e Ucrânia) em 12 de fevereiro de 2014, prevêem a retirada de tropas e o cessar-fogo completo, mas os representantes de Donetsk e Lugansk têm repetidamente declarado que Kiev viola os acordos.



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