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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Países nórdicos se preparam para proteger Bálticos

Os ministros da Defesa da Dinamarca, Noruega, Finlândia e Suécia, assim como o ministro das Relações Exteriores da Islândia, declararam em artigo de jornal norueguês estar intensificando cooperação militar. Eles também citaram a Rússia como maior "ameaça à situação europeia".


Maria Azálina | Gazeta Russa

Cinco ministros de países nórdicos anunciaram nesta sexta-feira (10) intenção de reforçar suas cooperações militares e bilaterais, assim como intensificar sua prontidão para situações de crises que possam surgir na região.




A informação foi divulgada pelo jornal norueguês Aftenposten em artigo escrito pelos ministros da Defesa da Dinamarca, Noruega, Finlândia e Suécia, assim como o ministro das Relações Exteriores da Islândia, país que não tem forças armadas próprias.

Os cinco países declararam ser necessário colocar todos os esforços necessários para que "se assegure um desenvolvimento pacífico e se evite incidentes armados e conflitos" no futuro.

Dos cinco Estados escandinavos, apenas três fazem parte da Otan - Dinamarca, Islândia e Noruega. Também apenas três são membros da União Europeia - Dinamarca, Finlândia e Suécia.

"A situação na região [escandinava] basicamente continua estável, mas devemos estar prontos para o surgimento de uma situação de crise e imprevistos", lê-se no artigo. "Precisamos nos dar conta de que não se pode mais viver como antes, e temos que adotar novas regras."

Os ministros afirmam ainda que no momento "as ações da Rússia são a maior ameaça à situação europeia na esfera da defesa", e que um reforço da cooperação militar nos países nórdicos é uma resposta direta à Federação da Rússia, que, de acordo com os autores do texto, "tenta semear a discórdia em uma série de organizações tais como a União Europeia e a Otan".

Devido a isso, os países escandinavos irão intensificar a troca de informações em diversos setores, entre eles o do espaço aéreo. Além disso, eles ressaltam a necessidade de manifestar solidariedade aos países Bálticos.

Em um dos últimos incidentes militares entre a Rússia e os países nórdicos, a Suécia divulgou no final de março ter interceptado quatro aeronaves russas sobrevoando espaço aéreo internacional do Báltico com seus dispositivos de comunicação 'transponders' desligados.

Outros episódios com a Suécia, incluem a afirmação dessa de ter detectado submarinos russos em águas territoriais suecas em outubro do ano passado.



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