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Kim Jong-un: Após 'declaração de guerra feroz', Trump e os EUA pagarão caro

Em um raro pronunciamento, o líder norte-coreano Kim Jong-un disse nesta sexta-feira (horário local) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu povo "pagarão caro"pelas “palavras excêntricas” que pregaram a destruição da Coreia do Norte.
Sputnik

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Trump afirmou que os EUA estão prontos para a "destruição total" da Coreia do Norte, caso isso se faça necessário.


Além disso, o presidente estadunidense chamou Kim de "Homem Foguete", pelo que considera uma "tática suicida" de provocações contra Washington e o resto dos seus aliados na Ásia.

"Agora estou pensando muito sobre a resposta que ele poderia ter esperado quando ele se permitiu que palavras tão excêntricas tropeçassem da sua língua", disse Kim, em declarações reproduzidas pela Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).

"Qualquer coisa que Trump possa ter esperado, ele enfrentará resultados além de suas expectativas. Eu vou, …

Pentágono: poderíamos bombardear Irã mesmo se acordo nuclear for atingido

As negociações em Lausana sobre o programa nuclear iraniano foram precedidas por um anúncio surpreendente: na terça-feira, o secretário de Defesa Ashton Carter disse que, mesmo que um acordo for alcançado, os EUA se reserva o direito de bombardear o Irã.


Sputnik

O ministro de Relações Exteriores do Irã, Javad Zarif e sua colega da União Europeia, Federica Mogherini fizeram um comunicado conjunto, em Lausana, sobre os resultados das negociações. Mas na terça-feira, quando o resultado foi menos certo, o secretário da Defesa, Carter, assegurou ao público que nenhum acordo eliminaria inteiramente uma alternativa mais agressiva.


Secretário de Defesa dos EUA, Ashton Carter
© REUTERS/ Jonathan Ernst/Files
“A opção militar certamente permanecerá atual. Uma das minhas tarefas é certificar que todas as opções estão sobre a mesa”, disse Carter no programa NBC’s Today.

A intervenção militar será necessária se o Irã decidir romper o acordo sobre a limitação do número de centrífugas de enriquecimento de urânio.

Carter também afirmou que qualquer acordo "não pode ser baseado na confiança, ele tem que ser baseado na verificação".


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