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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Pentágono: potencial militar da Rússia e China cresceu mais do que EUA previam

Enquanto os Estados Unidos participavam nos conflitos no Afeganistão e no Iraque, Moscou e Pequim alcançaram um crescimento significativo das suas capacidades militares, disse aos jornalistas o subsecretário da Defesa dos EUA, Bob Work, depois da discussão com os líderes do Comando Europeu em Stuttgart, Alemanha.


Sputnik

"Ao longo dos últimos 13 anos de guerra no Iraque e no Afeganistão, o potencial militar da Rússia e da China aumentou mais rápido do que prevíamos”, informa o site do Pentágono, citando Work.

“Tentamos fazer a Rússia e a China nossos parceiros no âmbito da ordem internacional global. Não queremos brigar com eles. As questões-chave que enfrentamos é saber quais são seus objetivos, como os podermos conter e evitar uma escalada das crises ”, disse o subsecretário.


Força Aérea russa treina para a parada militar do Dia da Vitória em Moscou
© Sputnik/ Anton Denisov

Ele acrescentou que agora o Comando Europeu precisa renovar seus conhecimentos de inteligência sobre Rússia que já teve quando o comando era o principal apoio dos EUA na época da contraposição com a União Soviética

"O Comando Europeu está refletindo nas muitas lições da Guerra Fria e na necessidade de pensarmos de novo", acrescentou.

Anteriormente o comandante das Forças Armadas Russas, General Valery Gerasimov falando na IV Conferência Internacional de Segurança de Moscou, informou que o número de exercícios da OTAN quase duplicou em 2014. Segundo o oficial, a Aliança acusa a Rússia de ter uma política externa agressiva para justificar a sua própria existência e expansão.

Ainda segundo Gerasimov, a implantação de um sistema norte-americano de defesa antimísseis na Europa é mais um passo dado pelos EUA e seus aliados para tentar alcançar a supremacia global e destruir o atual sistema de segurança internacional. Tratar-se-ia de "mais uma ameaça militar significativa para a Federação Russa” e de “um problema crescente na manutenção da estabilidade estratégica no mundo", segundo ele.



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