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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Pilotos russos fazem manobras com caças Su-33 sobre o Mar de Barents

Pilotos de caça russos realizaram exercícios táticos com mísseis ar-ar sobre o Mar de Barents, segundo informou o chefe do serviço de imprensa da Frota do Norte do Ministério da Defesa russo, Capitão Vadim Serga, nesta terça-feira (28). Ele explicou que foi treinada a capacidade de prontidão da aviação naval, com dezenas de voos com aviões Su-33.


Sputnik

No início deste mês, a Rússia fez com caças do mesmo modelo manobras de interceptação e de combate aéreo. A aviação da Frota do Norte ainda realizou, na semana passada, exercícios militares antinavio no Mar de Barents ao largo da costa noroeste do país.


Exercícios de aviação da Frota do Norte russa
© Sputnik/ Mikhail Fomichev

Estes pequenos treinos acontecem um mês depois de uma inspeção repentina de grande escala da Frota do Norte. Em março, dezenas de milhares de militares russos, 65 navios de guerra, 15 submarinos e 16 navios auxiliares participaram de uma semana de exercícios para testar a prontidão de combate da Frota do Norte.

A Rússia está aumentando sua presença no Ártico depois de rever em 2014 sua doutrina e incluir, pela primeira vez, a proteção dos interesses nacionais na região.


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