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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Pucará remotorizado pela IAI é aguardado com expectativa na Argentina

Poder Aéreo

A direção da Fábrica de Aviões Brigadeiro San Martín (FAdeA), da cidade de Córdoba – principal indústria aeronáutica argentina –, aguarda para as próximas semanas a chegada ao país do primeiro protótipo de um bimotor de ataque A-58 Pucará, de fabricação argentina, modernizado pela Israel Aerospace Industries (IAI) por meio da instalação de dois motores Pratt & Whitney PT-6-62 no lugar dos velhos propulsores franceses Turbomeca Astazou XVIG, que já não são mais fabricados.




Uma vez em Córdoba, a aeronave será submetida a uma longa bateria de testes, que devem se estender por uns dez meses – até março de 2016. Nesse espaço de tempo, oficiais da Força Aérea Argentina e técnicos da FAdeA vão analisar a conveniência de o avião receber modificações em sua aviônica, com o aproveitamento de equipamentos produzidos pela empresa israelense Elbit e também pela IAI.

Uruguai 


Também nas próximas semanas, engenheiros da FAdeA devem avaliar a possibilidade de organizar um programa de modernização para os cinco Pucarás da IIª Brigada Aérea da Força Aérea Uruguaia, que foram “groundeados” (deixados no chão) depois que dois deles sofreram acidentes devido ao cisalhamento do trem de pouso dianteiro.

De acordo com um exame feito pela Faculdade de Engenharia da Universidade da República, no Uruguai, o trem de pouso do Pucará comprado à Argentina exibiu uma composição metálica defeituosa.

De acordo com as primeiras informações, a FAdeA se disporia a reprojetar o trem de pouso do aparelho, e fabricar essa nova peça para atender seu cliente do outro lado do Rio da Prata.

Conforme o Poder Aéreo já noticiou, os Pucarás uruguaios exibiram outras deficiências, no plexiglass da cobertura da cabine e nos motores Astazou.

Os aviadores militares do Uruguai não gostariam de dispensar o bimotor Pucará, que, apesar de seu desenho um tanto antiquado, é capaz de decolar de pistas não preparadas de apenas 80 m de extensão, e é considerado um avião versátil, que tanto cumpre as missões de ataque ao solo, quanto se presta ao treinamento dos pilotos de combate.


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