Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia considera positiva a proposta de François Hollande de reembolso do Mistral

Uma fonte diplomática russa disse nesta sexta-feira (24) à RIA Novosti que Moscou considerou positiva a proposta do presidente da França, François Hollande, de devolução do dinheiro do contrato dos porta-helicópteros Mistral.


Sputnik

"Esta é uma declaração muito importante para nós", disse a fonte em relação à sugestão recente de Hollande para devolver o dinheiro que a Rússia pagou pelos navios. No início desta semana, o presidente francês afirmou que o reembolso do pagamento da Rússia para a construção de dois porta-helicópteros da classe Mistral é possível caso o contrato seja rescindido.




Rússia e França assinaram, em junho de 2011, um acordo de US$ 1,5 bilhões para a construção de dois navios da classe Mistral. A entrega da primeira embarcação estava prevista para novembro de 2014, mas nunca aconteceu. Paris colocou a entrega em espera, alegando interferência de Moscou na crise ucraniana.

O lado russo negou várias vezes qualquer envolvimento no conflito interno ucraniano, advertindo que poderia abrir um processo contra Paris se as obrigações contratuais para o negócio Mistral continuassem em aberto. As negociações sobre a situação dos navios Mistral ainda estão em curso.

Postar um comentário