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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Rússia considera positiva a proposta de François Hollande de reembolso do Mistral

Uma fonte diplomática russa disse nesta sexta-feira (24) à RIA Novosti que Moscou considerou positiva a proposta do presidente da França, François Hollande, de devolução do dinheiro do contrato dos porta-helicópteros Mistral.


Sputnik

"Esta é uma declaração muito importante para nós", disse a fonte em relação à sugestão recente de Hollande para devolver o dinheiro que a Rússia pagou pelos navios. No início desta semana, o presidente francês afirmou que o reembolso do pagamento da Rússia para a construção de dois porta-helicópteros da classe Mistral é possível caso o contrato seja rescindido.




Rússia e França assinaram, em junho de 2011, um acordo de US$ 1,5 bilhões para a construção de dois navios da classe Mistral. A entrega da primeira embarcação estava prevista para novembro de 2014, mas nunca aconteceu. Paris colocou a entrega em espera, alegando interferência de Moscou na crise ucraniana.

O lado russo negou várias vezes qualquer envolvimento no conflito interno ucraniano, advertindo que poderia abrir um processo contra Paris se as obrigações contratuais para o negócio Mistral continuassem em aberto. As negociações sobre a situação dos navios Mistral ainda estão em curso.

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