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Exército sírio retoma base aérea de Abu al-Duhur controlada por militantes desde 2015

O exército sírio expulsou os terroristas do aeródromo de Abu al-Duhur, na província de Idlib, que estava sob controle de grupos armados ilegais desde setembro de 2015, informou o Ministério da Defesa russo.
Sputnik

"Como resultado da ofensiva, as tropas sírias expulsaram os radicais do aeródromo de Abu al-Duhur que estava sob controle de grupos armados desde setembro de 2015", diz-se no comunicado do ministério russo.


O ministério também informou que as forças governamentais sírias cercaram uma grande concentração de terroristas da Frente al-Nusra (grupo terrorista proibido na Rússia) na província de Idlib.

Segundo o comunicado, as unidades de ataque das tropas governamentais, lideradas pelo general sírio Suheil Hassan, juntaram-se às forças da milícia e realizaram uma ofensiva ao longo da rodovia Aleppo-Hama.

Desta maneira, segundo o ministério russo, foi posto fim ao cerco de uma grande concentração da Frente al-Nusra na parte oriental de Idlib.

Em 10 de janeiro, uma fonte infor…

Submarinos de Israel terão mais capacidade de despistar torpedos inimigos

Poder Naval

A Marinha de Israel decidiu submeter os seus três submarinos mais antigos da classe Dolphin – o Dolphin, o Leviathan e o Tkuma –, de projeto germano-israelense, a uma modernização concentrada na elevação da capacidade desses navios de sobreviver a ataques torpédicos do inimigo.

Os submarinos, de 1.640 toneladas, foram incorporados à frota de guerra do governo de Tel-Aviv entre julho de 1999 e julho de 2000.


MIDEAST-ISRAEL-60 YEARS-NAVYSubmarino Dolphin, incorporado à frota israelense em 1999

O upgrade será feito por meio da instalação de melhores contramedidas de despite de torpedos; por sinal, as mesmas que já equipam os dois submarinos mais novos de Israel, da chamada classe Super-Dolphin.

Recebidos entre 2012 e 2013, o Tannin e o Rahav foram dotados de AIP (sigla em inglês de propulsão independente do ar), o que elevou seu deslocamento ao patamar das 2.000 toneladas, e também a sua possibilidade de operar com discrição – ou seja, de permanecer submerso por mais tempo, sem precisar subir à superfície.

De acordo com uma informação obtida pelo grupo britânico Jane’s, especializado em assuntos militares, a flotilha israelense de submarinos tem realizado “dezenas” de operações secretas tipo SIGINT (Inteligência de Sinais) ao largo das costas de países considerados inimigos dos judeus.

Segundo a mesma fonte, algumas das comissões duram semanas. Muitas operações SIGINT consistem na espionagem das comunicações, dos tipos de manobra e das assinaturas acústicas de embarcações inimigas – o que, eventualmente, permitirá aos militares israelenses enfrenta-las com muito maior eficiência.



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