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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Tropas da OTAN na fronteira Romênia–Rússia são de confronto

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Alexander Lukashevich, afirmou nesta quarta-feira (8) que as tropas que a OTAN planeja implantar na Romênia, muito perto da fronteira russa, são de confronto.


Sputnik

"Na verdade, é uma transformação sequencial do país em mais um ponto de apoio para os EUA e a OTAN perto da fronteira com a Rússia. Já comentamos várias vezes sobre essas medidas por países membros da aliança, observando sua forma de confronto e insistindo na sua inadequação e redundância, tanto militarmente quanto financeiramente", disse Lukashevich.


“Marcha de dragões” do OTAN na Europa
© REUTERS/ Ints Kalnins

Segundo o porta-voz, o governo romeno está sacrificando a segurança da região, ao concordar em enviar forças militares do bloco. "Somos tentados a concluir que as autoridades romenas atuais, a fim de elevar o seu 'perfil' aos olhos dos estrategistas estrangeiros, estão dispostas a sacrificar a manutenção da estabilidade na região do Mar Negro por razões táticas."



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