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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Ataques aéreos atingem capital do Iêmen

Correio do Brasil
com Reuters - do Cairo

Ataques aéreos liderados pela aviação saudita atingiram nesta terça-feira a capital iemenita, Sanaa, controlada pelos rebeldes houthis, enquanto o novo enviado da ONU, Ould Cheikh Ahmed, chegou ao Iêmen horas antes de um cessar-fogo de cinco dias, pactuado depois de mais de seis semanas de guerra.


Ataque aéreo atinge local controlado pelos rebeldes houthis na capital do Iêmen
Ataque aéreo atinge local controlado pelos rebeldes houthis na capital do Iêmen

Buscando reconduzir ao poder o presidente exilado Abd-Rabbu Mansour Hadi, uma aliança de nações árabes do Golfo Pérsico tem bombardeado desde 26 de março a milícia houthi, apoiada pelo Irã e alinhada com unidades do Exército iemenita que controlam grande parte do Iêmen.

A coalizão de países muçulmanos sunitas, liderada pela Arábia Saudita e apoiada pelos Estados Unidos, teme que os rebeldes xiitas houthis estejam sendo um instrumento do Irã, seu arquirrival, para expandir sua influência em sua região, dotada da enorme riqueza do petróleo.

O representante da ONU, o mauritano Ahmed, disse que havia ido ao país para preparar a trégua humanitária e dar impulso às estancadas conversações políticas entre as facções da guerra civil do Iêmen.

– Estamos convencidos de que não há solução para o problema do Iêmen, exceto por meio de um diálogo, que precisa ser iemenita – afirmou o enviado, citado pela agência estatal de notícias do Iêmen, a Saba, sob controle dos houthis.

Moradores de Sanaa disseram que houve três ataques aéreos contra uma base de contingentes do Exército alinhados com os houthis, no norte da capital.


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