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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Bombardeio da coalizão internacional mata pelo menos 52 civis na Síria

As forças lideradas pelos EUA também estão mirando o grupo no Iraque


Correio do Brasil
com Reuters - de Beirute

O número de civis mortos em um ataque aéreo pelas forças lideradas pelos Estados Unidos na província síria de Aleppo subiu para 52, incluindo sete crianças, disse neste sábado um grupo que monitora o conflito.




Rami Abdulrahman, que dirige o Observatório para os Direitos Humanos, baseado na Grã-Bretanha, afirmou que o número de mortos pelo ataque de sexta-feira representa a maior perda de civis em um único ataque por forças norte-americanas e árabes desde que elas iniciaram os ataques aéreos contra grupos de militantes islâmicos extremistas na Síria, como o Estado Islâmico.

As forças lideradas pelos EUA também estão mirando o grupo no Iraque.

O observatório disse que a operação tinha erroneamente atingido civis em uma aldeia na margem oriental do rio Eufrates, na província de Aleppo, matando membros de pelo menos seis famílias.

Ataques liderados pelos Estados Unidos haviam matado pelo menos 66 civis na Síria desde o início das investidas em 23 de setembro, levando o total com o ataque de sexta-feira a pelo menos 118. A campanha também já matou cerca de 2.000 combatentes do Estado Islâmico, disse o observatório.

O grupo disse que pelo menos 13 pessoas ainda estão desaparecidas desde o ataque de sexta-feira.

Os Estados Unidos disseram que levam a sério relatos de vítimas civis em ataques liderados pelo país, e que cada alegação é investigada.


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