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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Bombardeiros americanos na Suécia mandam "mensagem de segurança" a Moscou

A Suécia vem fazendo o máximo para enviar a Moscou um "sinal político de segurança." As forças armadas do país estão se preparando para participar de dois exercícios militares da OTAN na próxima semana.


Sputnik

Uma das manobras contará com dois bombardeiros americanos B-52, que voarão desde os Estados Unidos para simular o lançamento de minas navais na costa da Suécia, segundo informa Radio Sweden.


Bombardeiro estratégico americano B-52 Stratofortress
© flickr.com/ manhhai

Os exercícios, chamados Baltops, acontecerão entre os dias 5 e 20 de junho e envolverão 4.500 pessoas, 50 navios e mais de 50 aeronaves de combate. Os bombardeiros voarão sem escala, ida e volta, desde os Estados Unidos, lançando uma carga de minas simuladas na região de Ravlunda, no sul da Suécia, em 13 de junho. Será a primeira vez que B-52s realizarão exercícios sobre o país. O objetivo da operação é simular a defesa da costa de uma hipotética invasão naval russa.

Embora os exercícios encontrem certa resistência no parlamento sueco, o porta-voz militar Major General Karl Engelbrektson afirmou que além dos esforços para trabalhar em "capacidades operativas diferentes", as manobras também devem enviar "claros sinais políticos de segurança de que trabalhamos em conjunto." Engelbrektson enfatizou que "como a Rússia vai interpretar isso, eles podem decidir por conta própria."

Nesta semana, a imprensa sueca revelou que as forças armadas do país estão seriamente considerando minar a ilha de Gotlândia, localizada entre a Suécia continental e a Letônia no Mar Báltico, tendo como interesse principal afastar outra hipotética invasão russa.

Apesar de seu status formal de não membro, a Suécia coopera com a OTAN desde a década de 1960. A cooperação aumentou significativamente nos últimos meses, com a Suécia tomando parte de medidas anti-russas. A imprensa do país já reportou supostas presenças de submarinos russos na costa sueca, alegou que caças russos voaram de forma provocadora perto da fronteira e acusou Moscou de aumentar sua espionagem no país.


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