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Rússia: EUA provocaram combates em Idlib para impedir o avanço sírio em Deir ez-Zor

Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib, informou o ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira.
Sputnik

Segundo o ministério russo, a ofensiva terrorista foi uma manobra dos serviços de inteligência dos EUA para impedir o avanço das tropas sírias em Deir ez-Zor.


Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib.

"Apesar dos acordos assinados no dia 15 de setembro em Astana, os combatentes da Frente al-Nusra e seus aliados, que se negaram a cumprir as condições do regime de cessar-fogo, iniciaram uma ampla ofensiva contra as tropas governamentais, a partir das 8hs da manhã do dia 19 de setembro, ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib", informa o comunicado.

Durante o dia, os terroristas conseguira…

Câmara dos Representantes dos Estados Unidos quer aumentar despesas militares em US$40 bi

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira a resolução referente ao projeto do orçamento federal para o ano financeiro de 2016 (que começa em outubro), solicitando cortar despesas internas e aumentar o financiamento do Pentágono.


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A primeira versão do documento foi aprovada em março deste ano pelas duas câmaras do Congresso. No entanto, os congressistas decidiram discutir os pontos de maior divergência mais uma vez e o projeto da resolução foi encaminhado para uma segunda votação. 


Congresso dos EUA
© flickr.com/ Stephen Melkisethian

O primeiro projeto de resolução recebeu 219 votos a favor, enquanto o segundo recebeu 226 votos a favor e 197 contra.

A resolução solicita a redução gradual dos gastos até a cifra de US$5,5 trilhões durante os próximos 9 anos, através do corte em programas sociais. Apesar disso, a proposta contempla o aumento dos gastos no setor de defesa em US$40 bilhões (7%), até a cifra de US$531,3 bilhões já a partir do ano que vem.

O objeto de discussão entre os republicanos e democratas foi a Lei de Atendimento de Saúde a Preço Acessível, também conhecida como ObamaCare. O corte nos gastos da primeira versão da proposta inviabilizava o programa. Com a nova versão do documento, entretanto, segundo o presidente do Comitê de Orçamento da Câmara, o republicano Tom Price, “será possível acelerar o crescimento econômico, criar vagas de trabalho” e garantir a defesa do país, “mantendo os importantes programas como medicare e a seguridade social”. A maioria dos congressistas democratas, todavia, ainda se posiciona contra o projeto.

A votação no senado deverá acontecer na semana que vem. A resolução não tem força de lei e não necessita de assinatura do presidente, mas será considerada para a formação do orçamento.

Desde o início do ano, a bancada republicana do Congresso americano vem tentando aumentar as despesas do setor de defesa e defendendo o envio de recursos e armamentos para Ucrânia.


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