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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
Sputnik

Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

China exige que EUA parem de sobrevoar suas ilhas artificiais

Pequim exigiu que os EUA acabem com os voos de reconhecimento sobre as ilhas artificiais que o país asiático está construindo no arquipélago de Spratly, após o tenso diálogo ocorrido na última quarta-feira (20) entre um avião norte-americano e um navio chinês.


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"Essas ações podem causar um acidente, elas são muito irresponsáveis e perigosas e prejudicam a paz e a estabilidade regionais", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hong Lei, em comunicado. 


Mar da China Meridional
© Sputnik/ Mikhail Fomichev

"Expressamos nossa forte insatisfação e exortamos os EUA a cumprirem com as leis e regras internacionais e se absterem de ações arriscadas e provocativas", continuou o funcionário.

Jornalistas da rede CNN embarcaram em um P8-A Poseidon, o mais avançado avião de reconhecimento dos EUA, e mostraram como um navio chinês pediu até oito vezes que o piloto da aeronave abandonasse a área "para evitar mal-entendidos", ouvindo como resposta que o voo estava sendo feito em espaço aéreo internacional.

A China reivindica a possessão da maior parte do Mar da China Meridional, em conflito com países como Malásia, Filipinas, Vietnã e Taiwan. Em relação às ilhas artificiais que estão sendo construídas por Pequim na região, Washington afirma que elas têm fins militares, embora a acusação seja negada pelas autoridades chinesas.

A mídia norte-americana vem anunciando este mês que os EUA estavam considerando enviar destroyers e outros navios de guerra, bem como aviões de reconhecimento, a uma distância de apenas doze milhas náuticas (cerca de 22km) das ilhas.

Washington não reconhece as reivindicações territoriais da China sobre as ilhas artificiais e já avisou que a aproximação a menos de 12 milhas náuticas (limite exterior do mar territorial fixado pela Convenção da ONU sobre o Direito do Mar) "pode ser o próximo passo", segundo as palavras do porta-voz do Pentágono, coronel Steven Warren.

O jornal Global Times acusou o exército dos EUA de "recorrer ao sensacionalismo" com o convite feito aos jornalistas da CNN e de "tentar pressionar a China".

"Washington está voluntariamente elevando a tensão com a China, o que criou um alto risco de confronto físico", assinala um editorial publicado pelo diário nesta sexta-feira (22).



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